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segunda-feira, 4 de junho de 2018

Semana do Meio Ambiente


Estamos na Semana do Meio Ambiente e hoje, 5 de junho é o dia do meio ambiente. Da mesma forma que penso sobre dia das mães e dos pais, que não são no dia estipulado não sei por quem e sim, todos os dias, é o que penso sobre o dia do meio-ambiente. 
Não desmerecendo as datas comemorativas mas, todos concordam com o apelo comercial onde, o que importa é comprar presente, qual presente daríamos ao meio ambiente? 
Que tal uma mudança de comportamento? Não tem como trocar o carro pela bicicleta? Tudo bem! Tem um monte de pequenas atitudes que praticamos no nosso dia  a dia e que podemos mudar. Já pararam para ver a quantidade de lixo que a gente junta em uma semana? É muita coisa! E um dos grandes culpados é o plástico, tão prático e tão danoso ao meio ambiente. Podemos tentar reduzir esta quantidade, evitando pegar tantas sacolas plásticas no comércio. No começo pode ser meio chato, mas tudo é uma questão de hábito. 
Se fala muito em sustentabilidade e reaproveitamento de materiais, o que eu adoro mas, se falando de plástico, acho que deveríamos tentar usar menos, ao invés de nos satisfazermos com os reaproveitamentos, até porque, vai chegar uma hora que uma garrafa pet, por mais reaproveitada que tenha sido, vai ter que ir para o lixo. 
Tem se falado muito nos canudos de plásticos ultimamente. Leonardo e eu deixamos de usá-los há uns dois meses.
Outra coisa que fazemos, é juntar o lixo reciclável. A nossa cidade não tem coleta seletiva então, juntamos o lixo em sacos grandes até irmos à Porto Alegre, onde deixamos o lixo direto no galpão de reciclagem. 
O Tombinho tá fazendo a parte dele, cuidando das tampinhas plásticas. Não costumamos tomar, muito menos comprar refrigerante, mas tem as tampinhas das caixas de leite, dos tubos de pasta de dente, dos produtos de limpeza e por aí vai. Criamos este hábito por conta do meu irmão, que passou a juntar as tapinhas porque uma vizinha do prédio colocou um ponto de coleta no prédio, e juntava para arrecadar fundos para uma ONG de animais. Como costumamos dizer, matamos dois coelhos com "uma caixa d'água só!", livrando o meio ambiente das tampinhas e ajudando que ajuda os animais.
Tem tanta coisa que dá para fazer! Que tal presentear o meio ambiente com uma mudança de atitude, por menor que seja, nem que seja parar para pensar um pouco, na quantidade de plástico que usamos no nosso dia a dia e mudarmos isto, criando um novo hábito, como não pedir, nem aceitar os canudos plásticos? 

terça-feira, 8 de novembro de 2016

Conferindo a ressaca no litoral.

 Há alguns dias atrás, o Rio Grande do Sul assistiu a uma das maiores ressacas já ocorridas nos nossos mares. A água do mar invadiu ruas e casas, arrastando e destruindo várias delas, em algumas praias. Para quem não sabe, ressaca "é o aumento da atividade marítima costeira em decorrência da atuação de Campos de Vento em alto mar. Dentro das alterações observadas podemos destacar o aumento das ondas, tanto em tamanho quanto força, que costumam avançar sobre a faixa de areia, não raramente adentrando áreas urbanizadas inclusive causando prejuízos e a elevação da maré." Fonte: Wikipédia 
Leonardo, Tombinho e eu, aproveitamos uma saída para ver se estava tudo bem na casa dos sogros, na praia de Rondinha, que não fica na beira do mar mas, nada como uma boa desculpa para dar um pulinho até a praia.
 E como explicou a Wikipédia, o mar invadiu a faixa de areia e, em Rondinha, só não invadiu as ruas por causa dos cômoros de areia, ou dunas de areia.
O mar lavou a praia e trouxe de volta, bastante lixo, que ficou espalhado pela praia e preso nos capins penteados pela água. Foi como se o mar, num momento de fúria, dissesse para nós "tomem de volta, o que a vocês pertence!" Que bom, se ele pudesse fazer isso de verdade!
Árvores caídas.
Foto do Leonardo
Foto panorâmica do Leonardo. Os cômoros de areia ganharam barrancos enormes. Eu fiquei ao lado de um desses barrancos, para se ter uma ideia da altura. Não que eu seja enorme mas, para um barranco feito pela água do mar, eles estavam bem grandinhos! 
A própria natureza sofre com estes fenômenos causados por ela. Além de algumas árvores caídas, encontramos alguns pequenos animais mortos ou agonizando na areia. Leonardo devolveu dois siris para a água e uma cobra, que estava sendo levada pela água e foi devolvida para as areias dos cômoros.
Caminhamos até o bom e velho Arroio Caniço.
 Tombinho tanto pediu, que acabou se molhando no arroio.
Apesar do vento, estava bastante quente no sol.
 Mais uma panorâmica do Leonardo, agora, pegando boa parte do Caniço.
 Quando Tombinho cansa, ele começa a procurar moitas ou cavar buracos para guardar a bolinha.
Ele estava bem cansado mas, ainda tem todo o caminho de volta.
 Leonardo e Tombinho brincando de desmoronar barrancos.
Um dos animais mortos encontrados, foi um camarão gigante, que pensei se tratar de uma lagosta nanica... :)
E para finalizar a caminhada na praia, um pequeno vídeo que o Leonardo gravou enquanto eu desmanchava as espumas que as ondas deixavam na areia. 
A minha teoria é que todos viram criança na praia. Deve ser algum feitiço, alguma coisa no ar, uma substância na maresia, quem sabe. Não lembro agora, de alguma outra coisa que deixe as pessoas tão a vontade!
E vamos proteger as dunas, os cômoros! Lamento muito pelas pessoas que perderam suas casas arrastadas pela água do mar mas, se tivessem deixado as dunas no seu devido lugar, que é a beira da praia, dificilmente a água teria ido tão longe como foi.

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Remadinha no Maquiné e travessia por terra, para o braço morto.

 No último sábado, recebemos as visitas dos amigos Kenneth, de Pelotas, e Stella e Guilherme, de Porto Alegre, que vieram para dar uma remadinha até o areião da Lagoa dos Quadros. Como o vento estava muito forte, eu anunciei que não remaria até a lagoa, mas deixei todos a vontade para fazer o que bem entendessem, e todos concordaram que seria melhor deixar o areião para outra oportunidade então, optamos remar no rio Maquiné.
Leonardo resolveu mergulhar, logo na saída, já que estava com roupa apropriada para tal.
 Fazia muito tempo que eu não remava no rio Maquiné. Para dizer a verdade, que eu me lembre, só remei duas vezes nele. Uma delas, registrada aqui no blog, em 2009, quando nem sonhava  em morar em Maquiné, e Leonardo e eu remamos, um pouco antes da ponte nova em direção a Lagoa. E a outra, já de posse do Recanto, saindo da nossa casa e subindo o rio, mas não fomos muito longe, nem chegamos no bar do Moacir, de onde começamos a remada em 2009. E ainda não postei sobre esta pequena remada.
 Para entender melhor, o Recanto fica às margens do braço morto do Rio Maquiné, que se encontra com o rio Maquiné, um pouco antes do rio encontrar a Lagoa dos Quadros. 
Logo que saímos do braço morto e entramos no rio Maquiné, fiquei impressionada com as margens do rio, sem vegetação e com sinais de erosão. Sem contar as pegadas humanas, deixadas pelos pescadores, caixa e sacos plásticos. Triste realidade!
O tempo não estava atraente para remar, tinha vento no rio, sem sol e um pouco frio.
 Eu acelerei o meu ritmo para fotografar os amigos de frente.
 Leonardo é o primeiro, de amarelo.
Eles vinham numa conversa animada!
 Guilherme, Kenneth e Leonardo.
 Stella e colhereiros na margem do rio.
 Outra coisa que me impressionou, foi a quantidade de tocas nas margens do rio. 
 Não sabemos quem são os donos das tocas, se ratões do banhado ou lontra.
 Um martim-pescador no topo do toco.
Eu estava muito longe dele, tive que dar um belo zoom e fiz um recorte para aproximar mais ainda, por isso, a foto não ficou muito nítida, mas fica o registro.
 Uma linda figueira querendo tomar banho de rio.
 Parada para o lanche!
Outra linda figueira, e esta nos protegeu do vento forte.
No cardápio teve muito ovo cozido, pastel, mamão e o imperdível café da Stella e do Guilherme! Foto do Leonardo Esch.
Caiaques aguardando para voltar para a água.
 O vento aumentou e fomos olhar o terreno para ver se teria como passar os caiaques por terra, para o braço morto, que fica bem pertinho no rio neste trecho.
 Resolvemos voltar para água, remar um pouquinho de volta, para aportarmos novamente, onde a distância por terra ficava menor para acessarmos o braço morto.
 Leonardo "vestindo" o caiaque. :)
 Em seguida, aportamos novamente.
 Subimos os caiaques até a estradinha que acompanha o rio.
 Guilherme ajudando a amada, Stella.
 E agora, é só arrastar os caiaques até o braço morto. Kenneth estava remando com o Cupim, caiaque de madeira feito pelo Leonardo, e não quis se arriscar, arrastando o caiaque emprestado, mesmo o Leonardo afirmando que não teria problema pois, o terreno é muito macio, um tapete verde e muito bem aparado pelas simpáticas vaquinhas e terneirinhos que habitam e adubam o local. :)
 Leonardo e o pai dele já haviam feito isso, mas no sentido contrário, do braço morto para o rio, anos atrás, logo que adquirimos o Recanto, e eu tinha uma curiosidade muito grande, de saber como era aquele pedacinho de terra, que é uma fazenda particular, e fazer o mesmo.
 Este morro que aparece na foto é o Morro Maquiné e o menorzinho, no canto da foto, é o cucuruco que tem, quase ao lado do Recanto. 
Eu, Stella e suas galochas. Imagem capturada pelo Leonardo Esch, da sua GoPro.
 Chegamos no braço morto! O problema é que a margem tem lodo e isso proporcionou boas risadas, principalmente, quando a Stella atolou os pés e perdeu as galochas, que ficaram presas no lodo. Foi muito cômico!
 Tirei esta foto  sem olhar, pois queria pegar o gado atrás da gente, que se aproximava numa curiosidade interessante e engraçada!
 Comentei que eles viram a Stella perdendo as galochas e resolveram se aproximar para rir mais um pouco. 
 Esses bichinhos são muito curiosos! Me chama a atenção, como eles ficam olhando para a gente, quando passamos de caiaque pelos rios. Mas a aproximação deles agora, foi muito engraçada porque eles vieram para nos ver mesmo! Em seguida que começamos a nos afastar, eles voltaram a suas atividades.
 Eis o cucuruco mais de perto, com um foco de incêndio. E logo na margem, a vegetação, que também já sofreu um incêndio. Humanos...
 Um lindo gavião!
 Mais ao longe, fotografada com o zoom, uma simpática casinha na beira do rio.
 Este moço remando, é o dono da simpática casinha! :)
 Olha, que coisa mais linda, este bebê com sua mãe! Parecem um só! Que vontade de levá-los para casa! E viram a curiosidade dele, também?!
 E no meio dos galhos secos, uma linda tesourinha.
 O "moço", quase  chegando na sua casa. :)
 Eu amo esta casinha!
 Não sei o nome destes bichinhos mas, acho eles umas gracinhas!
 E esta belezura, que eu nunca tinha visto, estava na chegada, e não fugiu da gente. Consegui tirar várias fotos dela e, pelo que vi, se trata de uma garça azul, que eu nem sabia que existia.
Chegando de volta ao Recanto, Stella e eu decidimos ficar em casa, enquanto que os bravos remadores, Leonardo, Kenneth e Guilherme, foram pegar umas ondas na lagoa e treinar resgate. E assim acabou mais um dia de remada com amigos! 
Tirando o vento e o frio, foi ótimo! Obrigada amigos!
E obrigada natureza, por ser tão bela! Te peço desculpas pelos meus semelhantes, tão mal educados e tão estúpidos, que não te tratam com o devido respeito!