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segunda-feira, 2 de julho de 2012

Pedalada em Nova Petrópolis com Maria Helena e Trieste

 No último domingo Leonardo e eu estávamos em Nova Petrópolis e combinamos uma pedalada com os amigos e companheiros de remada Maria Helena e Trieste, que a partir de agora, também são companheiros de pedaladas.
Nos encontramos na casa dos pais do Leonardo para começar a pedalada.
Seguimos pela estreita e movimentada RS 235 até a Linha Brasil, onde entramos numa estradinha de chão.
 Este trecho até a entrada da Linha Brasil, já é bem conhecido mas ao entrar na estradinha de chão, temos várias opções de trajetos e Leonardo, o nosso guia, optou pela de maior dificuldade, pois nos deparamos com uma subida interminável onde o empurra-bike predominou.
 Empurra-bike.
 A explicação que ele nos deu, foi de que faríamos uma volta por trás do Morro Malakoff podendo apreciá-lo por diferentes ângulos. 


 Maria Helena
 Monte Malakoff ao fundo, uma bela visão!


 Uma coolméia abandonada e curiosamente pendurada num galho.
 Leonardo fazendo amizade com um belo e simpático cavalo e o Morro Malakoff ao fundo, escondido atrás das araucárias.
 Ainda bem que tudo que sobe, desce!
 Nos aproximando do Malakoff.
 Trieste e o Malakoff.
 Maria Helena, Trieste e o Malakoff.
  Leonardo e o Malakoff.
 Uma coisa que chama a atenção na região é a quantidade de casas abandonadas. Imaginamos que os donos destas casas envelheceram e morreram e os filhos, que foram estudar e trabalhar na cidade, não têm interesse em morar tão afastados. E também não há interesse na compra destas casas antigas, que vão se deteriorando e perdendo seu valor histórico. Estas casa deviam ser preservadas, pois guardam grande parte da história da região.
 Uma das muitas casas lindas e abandonadas.


 Aqui, a mata nativa deu lugar ao pinus e a lavoura.
 O Leonardo havia sugerido um lanche nas Pedras do Silêncio e assim foi feito, mas não na parte de cima e sim, aos pés das Pedras, pois o cansaço não nos deixou subir.

 Pedras do Silêncio à vista!
 Encontramos uma sombrinha onde fizemos nosso pic-nic.
 Hora de lanchar, descansar e jogar conversa fora.


 Mais uma casinha abandonada?


 Apesar de estar ao lado de uma lavoura bem cuidada, a casinha velha parecia estar abandonada.
 Uma cítrica gigante na árvore que Leonardo e eu desconfiamos se tratar de pomêlo. Impressionante o tamanho da fruta!
 Aqui, já de volta ao asfalto, uma paradinha rápida no velho moinho.
 Além da subida, a outra dificuldade que existe para pedalar na RS 235 é a falta de acostamento, o que não dá para entender numa estrada onde o turismo fervilha, principalmente no inverno.

 Trieste saindo da recuo para a parada de ônibus e voltando a disputar espaço com os carros, que tiram fininhos assustadores das bicicletas.
 A opção é andar pela grama, quando tem. Abaixo, Maria Helena na frente e Leonardo vindo lá atrás.
 Foi um dia muito agradável O ciclocomputador da minha bici marcou 27km pedalados. O dia estava muito bonito e a companhia dos novos companheiros de pedalada foi excelente! 
Dona Sonja nos esperou com uma sopinha de legumes e torradinhas para repor as energias. Delícia!
 Não dá pra dizer que foi um típico domingo de inverno, pois o calor confundiu até as plantas e flores, que floresciam e brotavam como se fosse primavera, como esta  flor da Magnólia do jardim da minha sogra, que floresceu antes do tempo. 

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Uma tarde de pedal em Nova Petrópolis - 25 de agosto

Passando uns dias em Nova Petrópolis, fui pedalar com Leonardo e o pai dele, sr.Egon pelas redondezas da Linha Imperial. Entramos no mesmo ponto da caminhada que fiz anos atrás, quando conheci o Leonardo.
A referência para entrar na Linha Brasil é uma igrejinha de pedras, onde o Leonardo resolveu fazer umas acrobacias descendo a escadaria de bicicleta.

O dia estava nublado mas, pelo menos não estava frio, pelo contrário, estava um dia bem agradável! A ideia inicial era fazermos um treino, sair para PEDALAR, mas resolvi levar a máquina fotográfica e o treino se transformou num passeio. Impossível andar por aquelas estradinhas sem parar para admirar e fotografar cenas e paisagens. Impossível também, passar reto pela cachorrada sem fazer um cafunézinho.


Simpatia em quatro patas.




Sr.Egon e Leonardo admirando o Mallakoff.
Minha buzina, Zig e o Mallakoff.


O Mallakoff.

Uma estradinha, uma bela casinha e uma árvore velha, cheia de barba de velho.


As Pedras do Silêncio.
Lá pelas tantas, tentei fotografar a estrada e o Zig enquanto andava de bici.
Abaixo, as tentativas.




Passamos pelo Monte Malakoff e As Pedras do Silêncio.



Fizemos uma volta e, lá pelas tantas, pegamos o mesmo caminho da ida passando pela mesma estrada e pelos mesmos cães, que cobram pedágio na ida e na volta! Saímos na mesma igrejinha de pedras onde termina a estrada de chão e começa o asfalto, a pior parte da pedalada, pois não existe acostamento ou, como costuma dizer meu pai, tudo depende do ponto de vista. O acostamento pode ser grama, mato, pedras, barranco... aí, é só pedalar por ali!
A volta pela RS 235 é, praticamente uma subida só. O Leonardo pedalou na frente, eu babando no meio e o sr. Egon vinha ora atrás de mim, ora do meu lado assoviando tranquilamente e dando as coordenadas para que eu andasse na linha de sinalização ou no acostamento, caso viesse um caminhão ou ônibus.
Esta é a única parte desagradável de pedalar por Nova Petrópolis e por aquela região da serra gaúcha. Aliás, acho que essa deve ser a realidade da grande maioria das estradas brasileiras.
Acostamento?

Pedalamos 28,91 belos quilômetros!