No último domingo Leonardo e eu estávamos em Nova Petrópolis e combinamos uma pedalada com os amigos e companheiros de remada Maria Helena e Trieste, que a partir de agora, também são companheiros de pedaladas.
Nos encontramos na casa dos pais do Leonardo para começar a pedalada.
Seguimos pela estreita e movimentada RS 235 até a Linha Brasil, onde entramos numa estradinha de chão.
Este trecho até a entrada da Linha Brasil, já é bem conhecido mas ao entrar na estradinha de chão, temos várias opções de trajetos e Leonardo, o nosso guia, optou pela de maior dificuldade, pois nos deparamos com uma subida interminável onde o empurra-bike predominou.
Empurra-bike.
A explicação que ele nos deu, foi de que faríamos uma volta por trás do Morro Malakoff podendo apreciá-lo por diferentes ângulos.
Maria Helena
Monte Malakoff ao fundo, uma bela visão!
Uma coolméia abandonada e curiosamente pendurada num galho.
Leonardo fazendo amizade com um belo e simpático cavalo e o Morro Malakoff ao fundo, escondido atrás das araucárias.
Ainda bem que tudo que sobe, desce!
Nos aproximando do Malakoff.
Trieste e o Malakoff.
Maria Helena, Trieste e o Malakoff.
Leonardo e o Malakoff.
Uma coisa que chama a atenção na região é a quantidade de casas abandonadas. Imaginamos que os donos destas casas envelheceram e morreram e os filhos, que foram estudar e trabalhar na cidade, não têm interesse em morar tão afastados. E também não há interesse na compra destas casas antigas, que vão se deteriorando e perdendo seu valor histórico. Estas casa deviam ser preservadas, pois guardam grande parte da história da região.
Uma das muitas casas lindas e abandonadas.
Aqui, a mata nativa deu lugar ao pinus e a lavoura.
O Leonardo havia sugerido um lanche nas Pedras do Silêncio e assim foi feito, mas não na parte de cima e sim, aos pés das Pedras, pois o cansaço não nos deixou subir.
Pedras do Silêncio à vista!
Encontramos uma sombrinha onde fizemos nosso pic-nic.
Hora de lanchar, descansar e jogar conversa fora.
Mais uma casinha abandonada?
Apesar de estar ao lado de uma lavoura bem cuidada, a casinha velha parecia estar abandonada.
Uma cítrica gigante na árvore que Leonardo e eu desconfiamos se tratar de pomêlo. Impressionante o tamanho da fruta!
Aqui, já de volta ao asfalto, uma paradinha rápida no velho moinho.
Além da subida, a outra dificuldade que existe para pedalar na RS 235 é a falta de acostamento, o que não dá para entender numa estrada onde o turismo fervilha, principalmente no inverno.
Trieste saindo da recuo para a parada de ônibus e voltando a disputar espaço com os carros, que tiram fininhos assustadores das bicicletas.
A opção é andar pela grama, quando tem. Abaixo, Maria Helena na frente e Leonardo vindo lá atrás.
Foi um dia muito agradável O ciclocomputador da minha bici marcou 27km pedalados. O dia estava muito bonito e a companhia dos novos companheiros de pedalada foi excelente!
Dona Sonja nos esperou com uma sopinha de legumes e torradinhas para repor as energias. Delícia!
Não dá pra dizer que foi um típico domingo de inverno, pois o calor confundiu até as plantas e flores, que floresciam e brotavam como se fosse primavera, como esta flor da Magnólia do jardim da minha sogra, que floresceu antes do tempo.