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quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Pedal de domingo em Praia Grande - SC; em busca da "Mãe dos Homens"

Serra do Faxinal

 A convite dos amigos Maria Helena e Trieste, no domingo, Leonardo eu fomos pedalar em Praia Grande - SC. A ideia era descer a Serra do Faxinal e pedalar até o vale da Mãe dos Homens, mas a Serra estava completamente fechada pela neblina então, decidimos pedalar apenas até o vale.
Maria Helena e Trieste no comecinho da pedalada.

Fiquei bem empolgada com a possibilidade de fazer um pedalzinho maior, já que estou totalmente sedentária. Nos "bons tempos", Leonardo e eu subimos a Serra do Faxinal na companhia do amigo e atleta Evânder. Para dizer a verdade, eles subiram pedalando e eu, empurrando a bicicleta. Mesmo assim, eu simplesmente, adorei aqueles três dias de pedalada! Quem quiser dar uma olhada nas postagens e conferir as imagens, é só clicar aqui.
Para a minha tristeza, o dia amanheceu chuvoso e achei que não íamos pedalar, mas Leonardo está sempre disposto e não cogitou esta possibilidade, o que atiçou a minha "ira", pois apesar do meu desejo por aquele passeio, não queria fazê-lo com chuva, dor de garganta e dor de ouvido, que me acompanhavam há dias.
Como Maria Helena e Trieste já estavam em Torres, não quis ser eu, a desmancha prazer, e jogar mais água fria no passeio. E lá fomos nós para Praia Grande, município catarinense, que não tem praia e nem é grande, mas fica perto de Torres e é conhecida pela "cidade dos canyons", pois ao seu redor estão, nada mais, nada menos que os canyons Itaimbezinho, Malacara, Fortaleza e Churriado.
Um Martim Pescador

Chegamos no topo da Serra do Faxinal sem chuva, mas com muita cerração e o piso muito molhado. Também chegamos tarde, já era quase meio-dia, então, decidimos abortar a decida da Serra e pedalar apenas na parte baixa, em busca do Vale da Mãe dos Homens.
Por incrível que pareça, ainda não havia chovido na cidade e a pedalada começou maravilhosamente bem, pois a estrada era plana, tranquila e com um cenário encantador!
Eu estava curiosa para conhecer o tal "Mãe dos Homens"!
O tempo seguia fechado, mas sem chuva. Ótimo para pedalar!

Pedalamos o tempo todo ao lado do rio Mampituba, ora mais afastado, ora bem ao lado da estrada.
Pausa para um lanchinho numa ponte.
E eu que achava que a tal Mãe dos Homens ficava mais perto...
Não resisto a registrar a bicharada.
Patos de um lado...
Patos do outro lado...
Parecia uma conferência de patos.
E o rio continuava ao lado da estrada, mas nós passamos a vê-lo do alto, ou seja, estávamos subindo.
Este, é o mesmo rio que vai sair no mar de Torres.
Leonardo foi conferir se a ponte era segura.
Depois da parada nesta ponte, Maria Helena pensou em pedalar de volta para os carros, pois estava começando a cansar.
Como ela achava que o Trieste teria que resgatá-la no meio do caminho, sugeri que ela pedalasse até o final, já que seria resgatada de carro, de qualquer forma.
Foi o que ela fez.
Mas a partir deste momento, a pedalada até então "tranquila", ficou muito cansativa com muitas subidas!
O rio ficou pequenininho lá embaixo!
Maria Helena, Trieste e eu passamos a praticar outra modalidade, o empurra-bike.
Aí, eu concluí que também precisaria ser resgatada.
Chegamos numa ponte onde a água passava por cima dela.
Parece que ali é o tal Vale Mãe dos Homens, mas eu fiquei tão compenetrada atravessando a ponte, cuidando para não me molhar, que esqueci de olhar para o vale.
Leonardo atravessou com toda calma, olhando para os lados.
Em seguida, a estradinha acaba numa escola com um campo, na beira do rio. Fizemos mais um rápido lanche ali. Leonardo e Trieste subiram nas bicicletas em seguida, e trataram de pegar o caminho de volta até os carros.
Maria Helena e eu não nos demoramos e também tratamos de voltar a pedalar. Eu realmente achava que não conseguiria enfrentar todas aquelas subidas, mas a conversa com a Maria Helena estava tão boa, que nem percebi quando chegamos naquela ponte onde fizemos o primeiro lanche e vimos os carros chegando para o nosso resgate. Pelo ciclo-computador da Maria Helena, dos 18 km pedalados na ida, ainda pedalamos 10 km na volta, até a chegada dos carros.
Acabamos o dia comendo uma pizza em Maquiné. Eu não conseguia nem dobrar o joelho direito, que passou a doer durante a pedalada, mas não me arrependi de ter saído de casa com chuva e contrariada. Ainda bem que o Leonardo insistiu na pedalada senão, não teríamos aproveitado tão bem o domingo!

domingo, 30 de junho de 2013

Pedalada da Amizade - segundo dia - Serra do Faxinal - Cambará do Sul - Tainhas - Serra do Umbú

Da série, "atualizando postagens"...
6h35 - café da manhã, depois de um dia intenso de pedalada onde chegamos ao topo da Serra do Faxinal e procuramos lugar para acampar já no escuro. Eu não tenho do que reclamar, pois   Leonardo e Evânder tomaram todas as providências, desde encontrar um local próximo a um pequeno riacho, montar as barracas escondidas da estrada, já que estávamos acampando em local proibido, até o preparo da janta, que comi quase dormindo.
No outro dia, que começava com nevoeiro, assim como terminou na noite passada, tratamos de levantar cedinho, tomar café e desmontar as barracas rapidinho para evitar confusão. 
 Juntamos as tralhas e fotografamos nosso belo local de acampamento.
 Pequenas flores neste galho de árvore.

 Gotas da alta umidade presente durante a noite toda e começo da manhã.
07h12 - Passando as bicis pela cerca.
 Meu herói!!!

Foto do Leonardo
 Aqui, Leonardo me flagrou fotografando os girinos no riachinho. Adoro girinos! Lembram minha infância, quando passava horas pegando os girinos que ficavam num terreno ao lado da casa dos meus  avós. O terreno era um banhado e os sapos reinavam tranquilos lá. Eu gostava de pegar os girinos na mão, não sei por quê, mas eu gostava disso. E só pegava na mão e os devolvia para a água, nada mais! 
 Girinos na água gelada do riachinho.


Foto do Leonardo
 No meio do mato, muitas flores, quase imperceptíveis de tão pequenas.
 Pequenas no tamanho, mas grandes na beleza!



07h40 -  Minha bici já tá lá na estrada, prontinha, só esperando Leonardo e Evânder ajeitarem suas tralhas.

 08h10 - Quanta estrada nos espera no Parque dos Aparados da Serra!
 Tem subidas e descidas.
 Curvas e retas.
 Lá vem o Leonardo registrando tudo com sua filmadora presa a cabeça.


 E tem campos e matas deslumbrantes!

 09h09 - Primeira parada para descanso mas não pelo cansaço e sim, pela paisagem. 
Como não "perder" um tempinho para curtir uma paisagem destas?
E registrar bons momentos.
Foto do Evânder

 Enquanto descansávamos, uma biológa que passava de carro pelo local parou para conversar conosco.Simpatizante das bicicletas, queria saber de onde vínhamos e para onde íamos. Conversa vai, conversa vem, descobrimos como esse mundo é pequeno, pois eu e ela temos um amigo em comum, o Luiz, outro simpatizante das bicicletas e vegetariano como eu.

 09h49 - Seguindo viagem, chegamos num cruzamento onde paramos para decidir qual o caminho a seguir.
 A estradinha à direita leva para Azulega. Reto vai para Cambará.

 Na encruzilhada, descansando, fotografando e decidindo. Que vida mais ou menos!
Pegamos a estrada para Azulega.
Foto do Leonardo

 Ainda estávamos no Parque.
Mais belas estradas entre matas e campos nos aguardavam.
 Minha buzina de estimação, o Zig, estava feliz com o passeio.
 10h18 - Desta vez, não foi a minha bicicleta que teve problema e sim, a de Leonardo, que perdeu o bagageiro numa descida. A bagagem ficou presa e foi arrastada até parar. Por sorte, não houve nenhum estrago e por sorte, estávamos em frente a uma fazenda com um mata-burro na entrada, que Leonardo usou para acomodar as bicicletas.
Evânder procurando o parafuso.

E mais sorte ainda foi o Evânder encontrar o parafuso que caiu da bicicleta do Leonardo e soltou o bagageiro. Missão que parecia impossível, saber onde caiu o parafuso, em que altura da estrada e encontrá-lo.

Problemas resolvidos, voltamos para a bela estrada.



Foto do Leonardo

Chegando em Azulega e no restaurante onde almoçamos.




Pedalando pelos Campos de Cima da Serra, rumo a Tainhas.
Foto do Leonardo

No centro de Tainhas.
Foto do Leonardo

Foto do Leonardo
Foto do Leonardo
Parada para contemplar a paisagem e consertar mais um pneu da minha bici. 




Mais um pouquinho e chegamos no acesso para a Serra do Umbú, saindo do asfalto e pedalando em estrada de chão novamente. Já estamos no final da tarde e tratamos de procurar local para montar acampamento.


Lá vem o Leonardo.
Lá vai o Leonardo.
O chão mudou mas o sobe-desce continuou.
Achamos um arroio e um belo local para acampar. mais uma vez tivemos que passar as bicicletas por cima de uma cerca para não acamparmos tão próximo da estrada.
Flores na estrada.

Enquanto retirávamos as tralhas das bicis para poder passar pela cerca de arame e mais uma valeta, uma camionete da SEMA (Secretaria do Meio Ambiente do RS) parou para falar conosco. Nos entregaram um folder sobre um passeio de bicicleta que teria pelas bandas de São Chico e nos convidaram a participar. 
Passando as tralhas pela valeta.
Procurando o melhor local para montar as barracas.
Pertinho do riacho que estava lá embaixo.
Prontinho! Depois de 63 km pedalados no dia, acampamento montado no meio das coxilhas e a lua dando o ar da sua graça neste finzinho de tarde. Como diria meu amigo Evânder: que espetáculo!!