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domingo, 13 de maio de 2012

As cores do outono na casa dos sogros, em Nova Petrópolis



 Pé de caqui sem as folhas e carregado de frutos.


sexta-feira, 3 de junho de 2011

Mais um dia em Nova Petrópolis - 02/06/2011





Tombinho e eu fomos encontrar o Leonardo e passar um dia em Nova Petrópolis. Demos um pulinho na chácara para conferir o corte dos eucaliptos, colher bergamotas e funghis. Egon, pai de Leonardo, Filomena e Godofredo também foram.


Uma "senhora" bergamoteira.
Filomena, Godofredo e Tombo.
Estes dois eucaliptos não serão cortados, pois foram plantados pelo Leonardo quando pequeno. São ponto de referência na região, por serem as árvores mais altas.


Procurando cogumelos.
Uma bela e curiosa flor.

Este cogumelo, de cores bem tradicionais, não é bom que seja consumido...
Enquanto isso, na "cidade", o pé de caqui continua "bombando" e o pasaredo tá aproveitando e fazendo a festa!


Fruto comido pelos pássaros.
Eu e Tombinho, Tombinho e eu...
Tombinho e suas orelhas...
Filomena e Godofredo
E o almoço sendo preparado no fogão à lenha!

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Caiacada Rio Gravataí - 20 de junho

Depois de quase dois meses sem remar (a última foi em 02 de maio!!!), o retorno foi algo indescritível...
Combinando o trajeto durante a semana, o Germano mandou a seguinte sugestão: "saindo do rio Gravataí - aquele bem poluidinho- mas, agora aproveitando que a chuva já levou um pouco de lixo embora, podemos encarar.
...sairemos do clube Albatroz na direção do Delta, subindo pelo arroio das Garças e dando a volta nas ilhas das Garças e Humaitá. Acredito que possa haver muitas possibilidades de fotos da fauna (até lontras, brincadeira, só garças) e no retorno, fotos do por-do-sol próximo a ponte da BR 116 e no costado de algum navio atracado."
A sugestão foi aceita!
Depois de um sábado de chuva, o domingo acordou frio e de cara feia, mas nos encontramos no clube Albatroz e começamos mais uma remada.
Eu sabia que o rio Gravataí é poluído, mesmo assim levei um choque ao vê-lo de pertinho. Foi uma das experiências mais interessantes que passei na minha vida e terminei a remada pensando que todos deveriam passar por isso também, ver o que o homem fez com um rio.
Como falei no começo, foi indescritível, por isso não farei um relato como de costume, ficarei em silêncio, como fiquei em boa parte do trajeto, um pouco por frio e um tanto matutando na situação do Gravataí.
Resumindo a remada, Leonardo, Germano e eu saímos pelo rio Gravataí, arroio das Garças, passamos pela foz do rio dos Sinos, outro coitado, e entramos no rio Caí onde almoçamos e eu quase congelei. Ah, tudo isso foi remando contra a correnteza. Na volta foi mais barbadinha, era só rio abaixo.
Já de volta ao pobre Gravataí ouvimos os festejos pelos gols do Brasil.
No clube Albatroz fomos recepcionados pela cachorrada acima e por um senhor que estava no clube e cujo nome não recordo.

Entrando nas águas do Gravataí, um pouco depois das nove horas de la matina.



Ainda bem que foto não tem cheiro...

Uma garça no meio do lixo acumulado na beira do rio.


Muitos peixes mortos.



Peixes mortos...

Passando embaixo da ponte.




Crianças passando por baixo da ponte, a maior carregando um saco cheio de pasto.

Logo após a ponte, muitas embarcações atracadas e algumas estavam sendo descarregadas ou carregadas...
Um atleta de remo treinando no Gravataí???

O remador, Leonardo e o Trevo Norte.


Em seguida passou outro atleta (pontinho branco no canto esquerdo da foto). O pontinho amarelo do lado direito é o Germano.
Dá medo passar ao lado destas monstruosidades!





Garças pousadas numa tubulação.
O primeiro remador retornando.

Mais peixes mortos. Aliás, da fauna que o Germano pretendia encontrar só vimos as garças e os peixes mortos. E uma e outra espécie de aves que não se deixaram fotografar.

Logo que chegamos no clube Albatroz, me chamou a atenção a quantidade de peixes pulando na água. A primeira coisa que me veio à cabeça: "Nossa! Quantos peixes!" ... Quanta ilusão...! Os peixes pulam para tentar respirar e por esse mesmo motivo é que deve ter tantas garças na beira do Gravataí. Os peixes ficam dando sopa na superfície e as garças "crau!" neles!

Saindo do rio Gravataí, entrando no arroio das Garças onde não se vê uma única garça. Elas debandaram para o Gravataí.


Não é fumaça, nem cerração. É lente embasada mesmo!

Aqui, o sol ameaçou sair, mas acho que se assustou com o frio e se recolheu de novo. E assim ficou durante todo o dia.







A árvore tombou com raiz e tudo.


Parada para o almoço numa prainha do rio Caí, em Morretes. Prainha muito simpática mas deve ser mais agradável no verão. Ela é muito aberta, não tínhamos onde nos proteger do ventinho que batia na gente com as roupas molhadas. No que parei de remar, comecei a bater queixo. Não tinha o que aliviasse o frio. Me senti uma chata pedindo para terminarmos logo o almoço e voltarmos a remar, pois remando não sentia frio, mesmo com as roupas molhadas.



Claro, que tinha que aparecer um cachorro e ele estava muito esfomeado e amedrontado. Queria comer mas não queria chegar perto. Leonardo deu toda a pizza dele tentando conquistá-lo, ele chegava perto mais não se entregava.


Esse trator levou o barco até dentro d'água e depois, não conseguia sair. Foi a distração do almoço.

E ele, sempre na volta...

Voltando para a água. Agora remaríamos a favor da correnteza.



Praias simpáticas no Jacuí.


Essa folha estava boiando quando resolvi pegar e levá-la para casa. Está dentro de um livro para futuro aproveitamento.


Muitas taquaras que faziam um barulhinho gostoso com o vento batendo. Pena, que foto não tem som!
Leonardo espichando o esqueleto.





Leonardo e Germano conferindo a carta náutica para decidirem qual direção tomar.






De volta ao Gravataí.











Se acha de tudo boiando no rio.
E assim aconteceu a remada pelo pobre rio Gravataí. Será que ele tem salvação? Enquanto remava, pensei e concluí que gostei e não gostei da remada. Não gostei porque não é nada agradável remar em águas tão poluídas com peixes mortos, todo o tipo de sujeira boiando, a água marrom com uma nata por cima. Eu remava bem devagar para não respingar uma gota sequer em mim. Boca fechada, "respirando baixinho" para tentar não sentir o ar podre que saía da água. Pobre rio! Queria fazer algo por ele. E gostei da remada justamente por ter tido essa oportunidade. Ver pela TV ou jornais é diferente do que ver com os próprios olhos. É muito triste! Mas as pessoas tinham que ver isso também para evitar que aconteça o mesmo com outros rios. Mas quem se importa?

Final: 30,70 Km de remada.

Leonardo, eu, encolhida de frio e Germano.