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quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Mais um pedal de fim de tarde pela orla do Guaíba - 09 de agosto

Segunda-feira, final de tarde. Eu e Leonardo pegamos as bicis e saímos para fazer um pouco de exercício e mais algumas coisinhas que precisavam na rua.
No caminho passamos na casa dos pais de uma amiga e percebemos uma pequena bicicleta estampada na caixa de correio da casa. Muito linda!
Seguimos pela Protásio Alves e Osvaldo Aranha até o Gasômetro.


Depois de dias de chuva e frio, aquele final de tarde estava uma maravilha! Tentei fotografar o Leonardo mas ele fugiu da foto, só peguei o braço dele e um barco de turismo partindo do Gasômetro.
Já eu, que não sou nada fotogênica, deixei que ele me fotografasse. Tirando eu, a foto ficou bem bonita com a chaminé do Gasômetro ao fundo e aquele monte de galhos atrás de mim. Ainda bem que os galhos não estão saindo só da cabeça! Olhei esta foto diversas vezes, mas demorei para perceber a figura vestida com uma casaco de capuz, listrado de preto e vermelho, no canto direito da foto. Que coisa estranha! Parece uma banana flamenguista de pijama! Pensei também, que podia ser o goleiro do Flamengo com a roupa de presidiário dele, deve ser assim, né?!
Do Gasômetro seguimos pela ciclovia da avenida Beira Rio passando pelo museu Iberê Camargo, Barra Shopping, Clube Veleiros até a Vila Assunção. Ali, onde imagino ser a Ponta do Dionísio, ficamos um pouco, admirando o pôr-do-sol, os veleiros parados no Clube Jangadeiros e lamentando pela chaminé da antiga Borregar, atual Aracruz Celulose, que funciona 24h por dia.
Ah, já ia esquecendo que não estávamos apenas em dois. Além de Leonardo e eu, um terceiro elemento participava daquele delicioso passeio: Zig, minha nova buzina!
Este é o Zig! Olhem que carinha mais simpática!

O Leonardo me deu o Zig em fevereiro e só agora coloquei ele na bici. Ele é muito lindo! Adorou o passeio, ficou ali, quietinho, admirando a paisagem com a gente, não incomodou nada e não deu um pio! Coisa mais amada!

Leonardo admirando os veleiros do Clube Jangadeiros. Coisa mais amada!


O dia não tinha sido frio, mas com o sol se pondo a temperatura vai caindo e o friozinho chegando. Tratamos de começar a pedalada de volta fazendo mais algumas paradas para fotografar o espetáculo do pôr-do-sol do Guaíba.
Infelizmente, esse espetáculo tem cenas tristes como a chaminé da Borregar e o lixo que acumula na beira do pobre rio/lago Guaíba. Não dá pra ver, mas tem um sofá no monte de lixo da foto abaixo. Leonardo e eu ficamos imaginando que o sofá estava ali de propósito, para que as pessoas podessem sentar e admirar a paisagem...
Outro ponto negativo da pedalada é o trânsito na avenida Beira Rio. Não tem como atravessar a rua num horário de pique, ficamos uns bons minutos tentando essa façanha na sinaleira, logo depois da ponte do Dilúvio. Essa sinaleira é apenas para conversão à esquerda. Quem segue reto tem trânsito livre, por isso pedestres e ciclistas não conseguem atravessar ali. Tem uma faixa de segurança logo depois da rótula das "cuias", na direção Gasômetro-Ipanema, mas nenhum carro pára, o que também não condeno porque se uma carro parar ali, com aquele fluxo todo, naquela velocidade toda, o resultado será uma carambola de carros e, provavelmente um ciclista atropelado. Já que educação no trânsito não funciona, acho que teria que ter uma sinaleira ali.
Bom, depois da novela para atravessar a rua fomos até a guarita do amigo Evânder para tomar um chimarrão. Chegamos atrasados para o mate mas o Evânder fez um novinho para a gente! Gente finíssima o Evânder! Mate tomado e conversa jogada fora, nos despedimos e fomos tomar uma sopinha no bar da Gringa. Ah, que delícia! Achei que não conseguiria pedalar depois de encher a barriga de sopa mas deu tudo certo! Enfrentamos o frio e voltamos para casa, depois das nove horas da noite. Foram 41,85 Km pedalados num belo final de tarde e noite a dentro!
Foto do Leonardo
Foto do Leonardo
Foto do Leonardo
Eu e Zig, contemplativos! Foto do Leonardo
Zig pensando na vida...

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Pedal de fim de tarde pela orla do Guaíba - 03 de agosto

Obras na "ciclovia".
Erro de português.
Mais uma pedalada em mais um belo final de tarde em Porto Alegre. Fomos de casa até o Gasômetro andando por toda a ciclovia até o Iberê Camargo.
Algumas paradas para fotografar são inevitáveis, pois o pôr-do-sol no Guaíba nos brinda com lindas imagens. Um erro de português numa placa de sinalização de uma obra pública também mereceu ser fotografada e, por fim, a poluição no Arroio Dilúvio.





segunda-feira, 28 de junho de 2010

Caiacada Ipanema - Guaíba - Ponta Grossa - Ipanema (22 de junho)

Postagem a ser concluída...


Dois dias depois de remar pelo poluído rio Gravataí saímos para mais uma aventura, desta vez pelas águas do rio/lago Guaíba. O dia estava tão frio quanto no domingo, remando pelo Gravataí, mas pelo menos, tinha sol. Saímos da praia de Ipanema, Germano, eu e Leonardo.

Só para variar um pouco, alguns cães nos fizeram companhia na saída. Um deles era tri-pé, provavelmente fora atropelado e teve a pata amputada. Fiquei feliz porque pareciam cães de rua, mas a amputação da pata e um lencinho no pescoço indicava que eram cuidados por alguém. Que bom se todos respeitassem os animais de rua desta forma.
A cadelinha era a mais faceira, parecia uma filhotona ainda. A filhotona e seu amigo tri-pé. A patinha amputada não tirou a alegria dele, assim como a do meu Pinheirinho.
Me despedi da cachorrada e entrei no Quindim Precioso, pronta para mais uma aventura molhada. Para dizer a verdade, não estava tão pronta assim. Depois do frio que passei no almoço da caiacada no Gravataí, remar em dias assim não é o que mais me anima, mas pelo menos tinha sol e um céu bem azul para esquentar um pouco. Na saída, pequenas ondas mostravam que encontraríamos ondas maiores no meio do Guaíba, pois a ideia era cruzar o rio até a cidade de Guaíba.
Como se não bastassem as ondas a me apavorar, apareceu um navio no canal de navegação. Estava longe ainda, mas já me assutei imaginando as ondas que ele mandaria para nós ou se ele não estivesse tão longe assim e acabássemos ficando muito perto dele.
O navio passou bem longe do Quindim e de Germano, já o Leonardo passou bem perto, pois estava bem mais à frente que nós.

Passado o susto com o navio, meu próximo desafio era atravessar o canal de navegação. Morro de medo que apareça uma embarcação bem na hora em que estou cruzando ali. Mas isso também não aconteceu e seguimos brigando só com as ondas mesmo. No começo, Germano e eu conseguimos ficar bem próximos um do outro, mas depois acabamos nos distanciando, pois tenho dificuldade para manter uma linha reta quando tem muita onda. Sempre brinco com Germano e Leonardo, que o Quindim Precioso tem problema de geometria.

Bóia indicando o canal de navegação.
Acabei me afastando um pouco mais do Germano.
O Leonardo se transformou num pontinho muito pequeno. Cheguei a perdê-lo de vista por um momento, mas logo achei de novo e tentei manter o Quindim na direção do pontinho que já se aproximava da costa.
Leonardo, o pontinho branco bem próximo da margem de Guaíba.

Assim que chegamos do outro lado do rio, resolvemos fazer um rápido pit-stop numa prainha para procurarmos banheiros. Ainda era muito cedo para o almoço então, seguimos mais adiante.

Leonardo e Germano sempre pesquisam o trajeto que pretendemos fazer e sabiam da existência de uma fazendo em uma praia logo em seguida. O nome do local é Itaponã, não sei se é fazenda Itaponã ou praia de Itaponã ou as duas coisas. Só sei que é uma belíssima praia, uma boa extensão de areia nas águas do Guaíba. Imagino que a grande maioria das pessoas, dos porto-alegrenses, não tenham ideia que existem belas prainhas no nosso tão amado e mal falado rio/lago Guaíba. Também não sei se é bom que saibam. Se esse descobrimento fosse para o bem, para evitar que se polua mais ainda o Guaíba, seria ótimo. Mas o mais provável, com a presença humana, é que se estrague o que ainda quase intacto.
Chegando em Itaponã.
A bela fazenda em Itaponã.






Resolvemos fazer nosso almoço naquela praia ensolarada. Com aquele frio, tudo o que precisávamos era sol. No verão vamos a procura de uma sombra e no inverno, muito sol!
Leonardo aportando.
Quindim aportado e Germano chegando!
Leonardo conferindo os dados no GPS.

Desta vez, Leonardo e eu levamos lanche frio (croissants, palitinhos de queijo,pão de queijo, etc), pois não tinha dado tempo de preparar alguma coisa na véspera.

Não demorou muito para a sombra começar a ocupar o espaço onde havia sol. O frio foi chegando e tratamos de arrumar as coisas para voltar.






Quase na saída percebemos uma borboleta no caiaque do Germano.

























Saindo do arroio Petim.
Rumo à Ponta Grossa.
Remando em "alto Guaíba".

Ruma à Ponta Grossa.

Será um peixe petrificado???
Ponta Grossa



Patos em família.





Leonardo, o primeiro a chegar.

















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