Teve passeio com meus pais que estavam na praia, em Torres - RS, e me convidaram para ir até Araranguá - SC, terra natal da minha mãe. Torres fica bem na divisa dos estados e Araranguá fica uns 60 km de Torres. Apesar da estátua da Liberdade, o passeio foi em Santa Catarina e não em Nova York. A mãe queria que eu conhecesse esta loja, a Havan. Adorei! Tem de tudo e com precinhos camaradas!
Não tirei outras fotos porque passeio com meu pai é vapt-vupt, tudo cronometrado, com horário para chegar, hora para sair e por aí vai, nem deu tempo de lembrar de fotografar mas mesmo assim, foi um passeio super bacana! Acabei saindo de Torres mais tarde do que eu queria e na volta, já de noite e a poucos quilômetros de casa, o pneu do carro furou em plena BR 101. Por sorte, consegui parar em frente a uma casa onde pedi ajuda e o casal foi super bacana, super solícitos!
Teve uma época que eu sabia trocar pneu quase de olhos fechados, mas faz muito tempo e confesso que bateu um pavorzinho de ficar parada na estrada. Se fosse para eu trocar sozinha, ia demorar muito, por isso resolvi pedir ajuda e no final das contas, o Rodrigo, esposo da Rose, trocou para mim, enquanto a Rose contava que os pais dela moram no caminho para o Recanto. Fiquei admirada com a boa vontade deles! Que bom que ainda se encontra gente boa por aí!
Teve cachorro com saudade! Leonardo de plantão, volta e meia Tombinho pega o chinelo do pai e leva para perto dele, como se fosse o ursinho de pelúcia.
Teve massa com abobrinha inspirada no último programa do Rodrigo Hilbert, o Tempero de Família. Tirando as partes em que ele vai buscar a galinha no galinheiro, o porco não sei onde, adoro o programa dele. Gosto das receitas de família, da simplicidade dele, dos olhos dele, ops! Vamos convir que as receitas são meras coadjuvantes no programa, né?! Mas eu gosto mais dos teus olhos, tá Leonardo?!

Teve oração e vela acessa para o Negrinho do Pastoreio. Uma amiga aqui do blog e do Face, a Bia, perdeu o gatinho dela e reza a lenda aqui por estes pagos, que o Negrinho encontra as coisas perdidas. Quando eu tinha meus 12, 13 anos, roubaram um cachorrinho nosso, minha mãe acendeu a vela para o Negrinho e não é que o Birk voltou? Desde então acendo a vela para ele quando perco algo que preciso muito encontrar, cantarolando a oração: "Negrinho do Pastoreio, acendo esta vela pra ti, e peço que me devolvas, a querência que eu perdi..." Continuo orando, aqui do sul, para que o Fuê volte para casa são e salvo, lá no nordeste!
E teve um belíssimo pôr-do-sol!
Vista da janela da sala.
Vista do deck.
Uma ótima semana a todos, tão iluminada quanto este pôr-do-sol!