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quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Cupcake - A Missão ou Aniversário da mãe e sábado do pai

Sábado, dia 13, foi aniversário de mi mamazita e domingo, dia dos pais. Comemoramos as duas datas no sábado, em Torres. Minha irmã desceu de Floripa com a família, para participar.
 Na sexta de noite, ainda em casa, preparei uns bolinhos para fazer um cupcake, que vi no Pinterest e namorava há meses, planejando fazer para a mãe, que é louca por corujas. Com uma receita de bolo, fiz metade com gotas de chocolate e outra metade, sem. Não fiz a cobertura, pois achei que não seria legal viajar com a ela feita. E acertei! 
 Fazer coisas em família, entenda-se, fazer comidas e doces na minha família, é um dilema e tanto! Fiquei semanas pensando o que fazer de sobremesa para agradar a todos. O pai é diabético, não tem jeito, tem que ser uma sobremesa só pra ele. O Leonardo é louco por chocolate, a mãe não come chocolate. No quesito comida, eu não como carne e agora, ganhei um reforço, pois, minha irmã também parou de comer carne! Meu irmão e cunhada são intolerantes à lactose e outros alimentos, enfim, não é fácil contentar a todos.
A única certeza que eu tinha, na sexta-feira, era de fazer os cupckes, mesmo assim, estava em dúvida com relação a cobertura. Decidi fazer uma de leite condensado e desisti de fazer outra de ganache de chocolate. Enquanto preparava a massa dos cupcakes na sexta de noite, fui pensando nas outras sobremesas e, por fim, fiz Espera Marido para os não diabéticos, um creme de coco e ameixa para o pai e negrinho, para satisfazer o Leonardo.
 No sábado de tarde, já em Torres, corri para o centro da cidade procurando saco de confeitar. Achei rapidinho e fui preparar as coberturas. Bati o creme e chegou a família da minha irmã. Eu estava trancada na cozinha para a mãe não ver o que eu estava fazendo e minha irmã e sobrinha vieram em meu socorro! Elas fizeram um curso de cupcakes em Floripa e foi a minha sorte! No fim, foi a Marina, minha sobrinha, quem manuseou o saco de confeitar. Ela ia cobrindo com o creme e eu ia colocando os olhinhos de Negresco e pupilas e nariz de balinhas nas nossas corujas.
Adorei nossas corujinhas!
A Marina também...
Apanhamos um pouco com a consistência do creme, que a princípio, ficou mole demais. Colocamos para gelar um pouco e aí, a manteiga deu uma endurecida e o leite condensado começou a pingar. No fim, tivemos que manter as corujinhas na geladeira até a hora de servir. Não gostei disso, pois cupcake gelado não é legal, mas era isso, ou perder a cobertura e as corujas. Coisas de principiantes! 
O negócio vai ser fazer outros cupcakes, com outros tipos de coberturas, para aprender!
Outra questão a melhorar é a massa do dito cujo! Usei a massa comum do meu bolo comum. O Leonardo sempre pergunta "bolo de que?", e eu respondo "bolo de bolo. Bolo comum." 
Acho, que ficou uma massa um pouco pesada para um cupcake, mas a Rosane disse que vai me mandar as receitas que ela aprendeu no curso.
Mesmo assim, gostei do meu primeiro cupcake decorado! Quer dizer, nosso, né Marina?!
Corujas na mesa na hora do parabéns!
Missão cumprida!
Na foto: minha sobrinha Marina e meus pais.

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Remadinha do dia dos pais

  Como eu abracei o meu pai no sábado e Leonardo abraçará o dele durante a semana, passamos o dia dos pais em casa, num típico e tranquilo domingo caseiro. Pensamos em fazer uma caminhada, mas acordamos tarde então, decidimos por uma remadinha no final da tarde, como diz o Leonardo, no "quintal de casa".
O dia estava quente e ensolarado. O final de tarde estava muito tranquilo com as águas do rio e da lagoa bem calminhas, como eu gosto!
Remamos direto para a foz do rio Maquiné, onde vimos um pequeno bando de Colhereiros no céu. Leonardo percebeu que duas aves pousaram na beira da lagoa e paramos para fotografá-las.
Lindas!!

Percebemos que a coloração dos dois estava diferente e achamos que poderia ser um casal, mas, pesquisando no Wikiaves, encontrei o seguinte:
"Não há distinção entre a plumagem do macho e da fêmea.
Os juvenis apresentam a plumagem da cabeça branca e o resto do corpo com penas na cor rosa mais claro que no indivíduo adulto."
O nome Colhereiro significa "bico em forma de colher".
"Peneira a água, sacudindo o bico à procura de alimento, dentre eles peixes, pequenos anfíbios, insetos, camarões, moluscos e crustáceos. A presença de algumas substâncias nestes itens alimentares, chamadas carotenóides, dão uma coloração rosada ao colhereiro, que se torna mais intensa na época reprodutiva."
Que bom poder ver animais assim, livres na natureza!


 Na lagoa ainda, tentei alinhar o meu caiaque e o do Leonardo, com o sol, mas não consegui.
 Mesmo desalinhado, as tentativas renderam belas imagens.
 Adentramos bem pouco na lagoa e voltamos em seguida, porque eu queria assistir o pôr do sol do rio e também, não queria chegar de noite em casa, pois ainda tinha que alimentar a bicharada.
Na volta, a água, na foz do rio estava mais calma ainda!
O céu na água!
A dança da água!
Um espelho!
Eu, os morros, o rio, o fim de tarde e o bico do caiaque do Leonardo clicados pelo Leonardo.
Que maravilha de final de tarde!


 Já no Recanto, fechando com chave de ouro!
 Foi uma remadinha curta, mas, mágica! Fiquei com a alma leve e coração alegre!

domingo, 17 de agosto de 2014

Dia dos pais

 No domingo dos pais, Leonardo e eu tomamos café com meu pai, em Porto Alegre, e almoçamos com o pai dele em Nova Petrópolis, como tem sido nos últimos anos.
 Tombinho, comodamente instalado ao lado do fogão à lenha, foi junto no almoço afinal, é o querido do pai!
Na casa da vó Sonja e do vô Egon, Trumbico tem tratamento pra lá de especial, com permissão para ficar na sala na hora do almoço, só de olho na lasanha que a vó fez.
 O pai Leonardo deu presente para seus pais e até para a mãe (euzinha)!!
Além de um presente comestível, que adoro demais, ganhei um lindo cartão feito pelo Leonardo! 
E o pai só ganhou beijinho...
 Um passeio pelo jardim dos sogros é sagrado! Infelizmente, estou longe de ser uma boa fotógrafa e não consegui captar o colorido que aparece nesta imagem, o fúcsia das Azaléias, o branco das Magnólias e lá no fundo tem uma roseira-trepadeira que subiu pelas árvores e tem um colorido e uma delicadeza impressionante, a rosinha é bem pequena e cor de laranja.  Como as flores estão muito altas, não tinha como registrar mas são várias florzinhas que deixam as árvores coloridas.
 A Magnólia ao lado da casa, que aparece na foto acima, é branca.
 E a Magnólia que tem na frente da casa é mais rosada. Na verdade, parece que a Magnólia do lado também é rosa, mas está esbranquiçada e agora, a sogra comprou uma terceira muda de Magnólia, esta sim branca, mas ainda não floresceu.
 Os narcisos ou junquilhos do jardim dos sogros, é amarelo. Fiz uma rápida pesquisa e não cheguei a nenhuma conclusão se Narciso e Junquilho são a mesma coisa.

 Na hora de ir embora fui esquentar a água para o chimarrão e o gás acabou. A sogra não nos deixou sair sem a água quente e pediu um novo botijão por telefone. Enquanto esperávamos o caminhão chegar com o gás, Leonardo e a mãe ficaram analisando uma trepadeira que quase tomou conta das árvores da frente da casa dos sogros. A sogra fez questão de explicar as fases da flor, que registrei na ordem em que  aparecem aqui.



 Leonardo, o caçador de sementes, já coletou algumas para sua coleção.
 Leonardo e a mãe caminhando na frente da casa e na frente das árvores tomadas pela trepadeira.
 Trumbico esperando a gente na frente da casa.
 E brincando com seu  novo brinquedinho, a porquinha Cícera, enquanto o pai carrega o botijão de gás lá no fundo da foto.
Depois de um domingo agitado, Tombinho volta dormindo no carro, como uma criança que agitou um monte na casa dos avós.
Tem quem ache exagero ser pai ou mãe de bichos, mas quem não tem filho, caça com cachorro! E feliz todos os dias de todos os pais, de humanos e não-humanos!