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segunda-feira, 26 de abril de 2021

Pedalando na chuva num sábado de abril


Num sábado desses, Leonardo e eu saímos para dar uma voltinha de bicicleta. O tempo não estava firme e até caiu um chuvisqueirinho bem na hora em que estávamos saindo de casa. Achei que ficaria revezando sol e chuvinha, como aconteceu numa pedalada que fizemos dias antes. Me enganei redondamente! Foto do Leonardo
Foi chuva e chuva durante toda a pedalada, praticamente. De chuva, diminuía para chuvisqueiro, parava um pouquinho e voltava a cair uma chuva mais forte. Foto do Leonardo
Pit-stop na ponte do balneário para tomar água. 
Foto do Leonardo
Se estivesse frio, não seria uma pedalada agradável. A única coisa que me incomodou um pouco, foi ter encharcado os pés, meu ponto fraco. Sentir frio nos pés é o fim da picada, ou o fim da Tiane, e meus tênis ficaram encharcados a ponto de parecer estar pisando em uma esponja molhada. 
Numa parte do caminho, Leonardo avistou um cogumelo lindo e gigante! 
Eu estava na frente do Leonardo, passei pelo cogumelo, e não tinha visto...
Fotos do Leonardo
Há poucos metros de casa, a camiseta do Leonardo ilustra bem a nossa atividade molhada, mas nem por isso, mais uma bela pedalada pelas estradinhas de Maquiné City!

segunda-feira, 21 de setembro de 2020

Uma pedaladinha no sábado

Sábado amanheceu um dia lindo e ensolarado, como há muito tempo não víamos por aqui, e saímos para dar uma pedalada pelas estradinhas de Maquiné. 

Não tirei muitas fotos durante a pedalada porque o meu objetivo era passarinhar, ou seja, fotografar o passaredo no caminho. Pedalamos, pedalamos e vi quase nada de passarinho...
O tempo mudou de repetente, fechou, ficou frio e até chuvinha pegamos na volta para casa.
E foi aí que avistei um colorido diferente na beira da estrada. E foi na estrada asfaltada! Nunca tinha visto esta ave antes. Chegando em casa fui direto para o livro para tentar identificar a bichinha e minha conclusão é de que se trata da "Polícia Inglesa do Sul", uma ave bem comum em todo o Brasil extra-amazônico. https://www.wikiaves.com.br/wiki/policia-inglesa-do-sul 
No mesmo ponto avistamos uma Noivinha, que só faltou chegar bem pertinho da gente e fazer pose, porque para estar se exibindo para a gente. 
Estávamos longe delas. A primeira foto, da Polícia Inglesa, foi eu quem tirou. As fotos da Noivinha foram feitas pelo Leonardo.
Eu adoro a Noivinha!!! Já vi muitas pertinho de casa e até lá em casa, mas nunca estou com a máquina perto quando elas aparecem.
Já tínhamos pego uma chuvinha um pouco antes e enquanto o Leonardo fotografava a Noivinha, voltou a chover. Pedi a máquina para ele, rapidinho, para tentar fotografar um casa l de gaviões que namorava do outro lado da estrada. Acho que este é o macho, pois estava em cima da outra, quando avistei elas.
E esta é a fêmea. Parece que atrapalhamos o romance, pois o macho voou para outra árvore e ali ficou. Estávamos longe mas, acho que elas sentiram que estávamos observando-as.
Se não estivesse chovendo, teria ficado mais tempo ali, na beira do asfalto fotografando a bicharada. Deu para ver que o passaredo gosta daquele campo. Fica para uma próxima! Já fiquei feliz que chegue, com as fotos do dia! 

E vou encerrando esta postagem com uma foto da guirlanda que fiz com as bromélias que juntei no chão, pós temporal.  Feliz primavera a todos!

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Pedalada Domingueira

Era para ter acontecido a Remada da Lua Cheia neste final de semana, mas o tempo não permitiu. 
Era para ter acontecido um pedalzinho com os amigos Maria Helena e Trieste no domingo, mas estava chovendo, ou chuviscando em Porto Alegre, de onde eles viriam para nos encontrarmos no meio do caminho, e eles acharam melhor abortar a missão. Leonardo e eu estávamos com tudo pronto, lanche, bicicletas e disposição. Chegou a cair um chuvisqueirinho no Recanto, bem cedo, mas decidimos sair para pedalar pelas bandas de Maquiné mesmo, para não perder a disposição e a oportunidade.
Saímos de casa e contornamos o morro Maquiné pela Prainha, tendo a bela companhia da Lagoa dos Quadros por um bom pedaço do caminho.
Deixando o morro Maquiné, passamos por baixo da BR 101, entramos na antiga 101 e, em seguida entramos numa estradinha de chão, ao lado do rio Maquiné.
Na foto acima, aparece o que mais tem em Maquiné: eucaliptos e bananeiras.
O tempo estava bem feio, nublado e frio, mas pedalar aquece o corpo, a alma e a visão, para quem pedala em estradas como esta.
Não se via quase ninguém nas ruas ou nos pátios. As pessoas deviam estar trancadas dentro de casa, preparando o almoço e se aquecendo em seus fogões à lenha. Aqui, estes porquinhos já estavam almoçando.
Adorei esta duplinha fantasiada de dálmatas!
Porco com pintas!
As nuvens baixas entre os morros, estavam dando um show à parte.
Num determinado ponto resolvemos entrar numa estradinha que não conhecíamos. O Leonardo comentou que havia visto no google, há algum tempo, que a estrada não teria saída e fomos conferir. Lá pelas tantas, resolvi pedir informação para alguns moradores para saber se ela não tinha saída mesmo e se ia muito longe. Havia um casal descarregando coisa de um caminhão na frente de uma casa, fui falar com eles e qual não foi a minha surpresa, quando vi que se tratava do filho do seu Léo, um vizinho mais distante, morador da estradinha de acesso para o Recanto, falecido no começo do ano.
O Luis estava na frente da casa do sogro e nos convidou para conhecer a casa dele, que era um pouco mais adiante, e um lajeado de pedras, ideal para banhos de verão, dentro das terras do sogro. 
Caminhamos um pouco por uma trilha e atravessamos um riachinho com pedras. Eu não queria molhar os pés e disse para o Leonardo continuar com ele, mas Leonardo molhou os pés para me ajudar, me apoiando para poder me equilibrar nas pedras sem escorregar. Meu herói!
Realmente, o lugar é muito bonito! Ah, fomos comendo bergamotas de uma bergamoteira que tinha na frente da casa do Luis.
A trilha atravessa o pequeno rio e segue morro acima, dá para vê-la na foto, uma pequena trilha, ao lado de uma árvore. Leonardo e eu pretendemos voltar para subir a trilha a pé e, se for um dia quente, quem sabe, se refrescar nas pequenas corredeiras do riozinho.
Depois de rapidamente, colocar a conversa em dia, comer mais umas bergas e recusar o convite para um mate, seguimos nosso caminho pela nova estradinha que, segundo o Luis, devia ter mais uns quatro quilômetros, da casa do sogro dele até o fim. Recusamos o convite para o mate porque já era quase meio-dia, não queríamos atrapalhar o horário de almoço da família, e porque estava começando a cair uns pinguinhos.
Que tal esta casinha, Cris?
Sempre que vejo uma casinha isolada, no meio do mato, lembro da Cris, do blog Sítio da Cris, uma amiga virtual que se tornou real, que sonha em morar longe da civilização.
Aquela estradinha desconhecida, por onde passou o caminhão do Luis, foi estreitando e entrando na mata.
Os pingos aumentaram de intensidade, ficou um chuvisqueiro fino, mas molhado, que fazia escorrer pingos do meu capacete.
O piso estava bastante úmido, um pouco, pela chuvinha e um tanto, pela umidade natural da mata. Alguns trechos tinham muitas pedras, que estavam muito escorregadias para o meu gosto.
Ainda encontramos alguns barracos mata a dentro. Um estava ocupado, com algumas pessoas ouvindo música.
Este, está abandonado.
E este, no cantinho da foto, apesar da aparência de abandono, tinha um carro estacionado ao lado. Ali, a estradinha se dividia em duas pequenas trilhas e declarei para o Leonardo que eu não gostaria de seguir adiante por alguns motivos. Primeiro, porque estava chuviscando e o piso muito umedecido e escorregadio. Segundo, porque teria que ir empurrando a bicicleta, pois, ao que tudo indicava, ali começava uma subida ao morro. E terceiro porque a gente escutava muitos cães latindo, e aquele carro ao lado do galpão, colocaram pulgas atrás da minha orelha, me fazendo desconfiar que haviam caçadores na mata e aquele galpão seria o "point" deles. Para evitar stress e quem sabe até, sermos atingidos por uma bala perdida, melhor picar a mula de lá o quanto antes.

E foi o que fizemos, demos meia-volta! Haviam dois córregos para atravessar e Leonardo adora filmar a minha travessia, torcendo por uma vídeo cassetada!
 Ele bateu foto também.
E não teve vídeo cassetada!
Já aconteceu de eu baixar algum vídeo e ele não aparecer na hora da postagem. Vamos ver se este, vai aparecer.
"Pela estrada a fora eu vou pedalando..."
A volta foi bem mais fácil do que a ida, pois estávamos descendo, mesmo sem perceber.
Alguns quilômetros depois, chegamos no Balneário de Maquiné.
A água estava maravilhosamente verde!
E espelhada!
Na ponte do Balneário fizemos um lanche e os lambaris também, já que o Leonardo deu, quase metade do sanduíche dele para a lambarizada!
Festa dos lambaris!
 Chegando na cidade, que mais parecia uma cidade fantasma.
 Foram várias paradas para fazer cafuné na cachorrada. Esta cadela nos cortou o coração! Desconfio, que recém havia sido abandonada. A chamamos para que ficasse conosco mas saiu andando muito rápido e desnorteada pela rua. A pedalada foi triste e pesada a partir dali.
Já na Estrada do Cantagalo, quase chegando em casa.
Gosto de ver a festa da minha turma com a nossa chegada, mas sempre esquecia de filmar. Desta vez, lembrei. 
No final tem uma tremida, não se preocupem, não caí da bici, só estava parando e descendo, segurando a bici com uma mão e a máquina fotográfica na outra. Bom, tô falando, quer dizer, escrevendo isso, contando que o vídeo tenha baixado direitinho. 
Este foi o trajeto registrado pelo Strava, um aplicativo que a minha irmã sugeriu que eu usasse para motivar os meus treininhos. Tenho usado ele nas caminhadas-corridas e pedaladas. Aquela linha reta, na parte de cima, é um atalho que o Strava criou, do ponto em que perdemos o sinal de internet, até voltar o sinal. Ele marcou aquela linha reta, de um ponto a outro. 
Este trajeto marcado pelo Strava com este atalho, deu 30 km de pedalada, mas devemos ter pedalado entre 35 - 40 km, pois, só da casa do sogro do Luis, até o final da estradinha, segundo ele, dá uns 4 km, e o sinal só voltou no Balneário, o que acresce mais alguns kms.
E assim foi a nossa pedalada domingueira! Estou pegando gosto pelas pedaladas de novo! Que venham as próximas!