Mostrando postagens com marcador Livros. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Livros. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 29 de março de 2019

Um Projeto por Mês - Oratório para São Chiquinho

Última sexta-feira do mês e aqui estamos para apresentar o nosso projeto da vez. 
O meu projeto não estava engavetado há muito tempo, comprei o oratório pequeno no fim do ano passado, ou começo deste, não lembro bem, para colocar um São Chiquinho que veio de Porto Alegre comigo, e que ganhei do Leonardo. Mas, o Santo era maior que o oratório e ficou tudo como estava, até que, numa das saídas do Leonardo, ele parou num posto de combustível para a tradicional parada "xixi, café, chiclé!", e viu uns Santinhos para vender. Sempre que vejo Santos numa vitrine, vou procurar pela imagem de São Francisco mas é difícil achar junto com outros Santos. Acho mais fácil achar em lojas de artesanato do que em lojas, ou sessões de artigos religiosos.
Mas o Leonardo achou, lembrou de mim e comprou! Que alegria! Dupla alegria porque ganhei um presente e o que mais gosto, a lembrança que a pessoa teve quando viu o presente! Eu adoro receber presentes mas, gosto muito, muito, muito quando a pessoa diz: "bah! Vi isso aqui e lembrei de ti!", presente fora das tradicionais datas de ganhar presente. O melhor presente é ter sido lembrado! 
E o São Chiquinho que ganhei cabia direitinho naquele oratório pequeno! Mãos à obra!
Foi uma novela escolher a cor pois, tinha pensado em fazer uma decoupagem por dentro. Pensei, pensei e desisti da decoupagem. Depois outra novela para decidir se pintaria a cor chapada ou não. Outra novela para decidir a cor por de dentro... deixo branco, ou  não?!  Ó céus! Por que sou tão libriana??? :)
Finalmente, o meu ascendente Áries deu um chega pra lá na Balança e resolveu tudo rapidinho!
Este é o São Chiquinho do posto de combustível.
E este é o São Chiquinho da Tok&Stok que também ganhei do Leonardo, quando ainda morávamos em Porto Alegre. Ele é grande demais para o oratório pequeno, e pequeno demais para o oratório grande.
 E este é o meu projeto do mês, com a minha gatinha da vez, e com o livro sobre a vida de Francisco, que ganhei de Natal, adivinhem de quem??? 
 Sim, do santo Leonardo! :) Ganhei no Natal e li rapidinho! Ele é bem fininho mas também é bem legal, uma leitura bem gostosa, principalmente, para quem gosta deste Santo que, antes de virar Santo, foi uma pessoa como qualquer outra! Recomendo a leitura!
 Por enquanto, os dois Chiquinhos estão em cima da cristaleira.
Gostaram do meu São Chiquinho?
Como falei antes, o trabalho não estava abandonado  mas, o desejo de ter um oratório para um São Francisco, era um antigo sonho! 
Pois ele foi o meu projeto do mês na brincadeira criada pela nossa Bruxa e santa Márcia, do blog Poções de Arte! Aquela brincadeira que nos incentiva a terminar os trabalhos que começamos e abandonamos, ou a realizar um antigo projeto, guardado nas gavetas dos sonhos, ou nas pastas do Pinterest, do computador, numa revista...
 Falei em santa Bruxinha porque a nossa Bruxinha mergulhou de corpo, alma e coração na causa dos animais abandonados, e nem tem tido tempo para realizar os seus projetos pessoais. Mas vou tentar, continuar fazendo as postagens dos projetos porque fazem muito bem para mim! E logo que der, ela reaparece por aqui! E por falar em animais abandonados, um dos meus ex-abandonados, a Pê, aprontou mais uma ontem, e tentou beijar uma cobra...
 Foi mais um susto muito grande! Foi a terceira picada que ela levou em menos de seis meses! Em dezembro passado foram duas, duas picadas, uma em cada pata, num único ataque, o que rendeu uma senhora hemorragia e quase uma semana no veterinário.
Ontem foi no focinho e já eram mais de seis da tarde. Não conseguimos veterinário de plantão e apelamos para um santo remedinho que os vizinhos nos indicaram, há quatro anos, quando tivemos o primeiro cachorro atacado por cobra. Um santo remédio mesmo! Tem que dar, via oral, 15 ml a cada meia hora. Ficamos até tarde da noite assim, cuidando dela em casa, que ficou muito inchada!
Hoje de manhã ela estava assim! Um tantinho inchada, ainda, principalmente no papo, e com fome! Estava esperando a comida quando tirei a foto! E tá brincando como se nada tivesse acontecido! Meu grude amado! Viram só?! Meu São Chiquinho já teve bastante trabalho ontem! :)
Ah, a danadinha da serpente foi capturada pelo Leonardo, era uma cruzeira e foi solta, sã e salva, bem longe daqui, num mato fechado e desabitado.
Agora, chega de blá, blá, blá e vamos conferir se mais alguém conseguiu finalizar algum projeto?

Sandra com Paninhos de Copa 

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Desafio Um Livro por Mês - A Doçura do Mundo

A Doçura do Mundo
Thrity Umrigar
Editora Nova Fronteira
Encontrei este livro na estante da casa da praia da sogra, no inverno do ano passado. Me interessei por ele assim que li os primeiros parágrafos da resenha:  "De uma hora para outra, tudo pode mudar em nossas vidas. Um acontecimento fortuito, e a tranquilidade desaparece... É exatamente essa a sensação que Tehmina experimenta com a morte de seu querido marido Rustom. Como um edifício que tem sua estrutura abalada em poucos minutos, ela tenta se restabelecer, mas não é fácil. Como enfrentar a vida a partir de agora? Como sobreviver e encontrar a doçura do mundo? Será que a vida ainda pode ser doce?"

Para mim, existem três questões interessantes na história: a perda, a convivência familiar e as diferenças culturais. O primeiro ponto foi o que me atraiu, pois fala sobre o que marcou o meu ano de 2016, a morte de pessoas queridas e como lidar com esta perda. O segundo ponto apresentado é a relação familiar, que no livro é representada pela personagem Tehmina, recém viúva, que passa a morar com seu filho, sua nora e neto, enquanto não decide se fica nos Estados Unidos ou, se volta para a sua Índia. E este é o terceiro ponto, o choque cultural, as diferenças tão gritantes entre estas duas nações.

Gostei bastante do livro, mas criei muita expectativa com algumas situações e acabei um pouco frustrada, porque achei que algumas, não foram resolvidas da maneira que eu esperava. Uma destas situações foi o comportamento do filho dela, algumas reações que ele apresentou no decorrer da história. A outra coisa que me frustrou um pouco, não posso explicar em detalhes porque estaria contando o final da história, mas tem a ver com o tipo de vida americano, que achei que foi tão bem questionado durante todo o livro. 
Mesmo com frustrações, gostei bastante do livro, que foi a minha segunda leitura do ano! Estou, que é pura alegria, afinal, no ano passado todo, só li um livro inteirinho e outros, aos pedaços. 
Pois, graças a este desafio proposto pela Sol, já estou com saldo positivo este ano! E já estou empolgada no terceiro livro! Para participar deste desafio é só dar uma conferida nas regrinhas que estão lá no blog da Sol, neste link aqui.

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Desafio Um Livro por Mês - Tudo que deixamos para trás

O meu primeiro livro do ano foi presente de Natal do Leonardo. Ele estava atrás deste livro, desde que vimos na TV, uma entrevista com a autora norueguesa, durante a sua passagem pela Feira do Livro de Porto Alegre
A resenha do livro por Claudia Laitano,  colunista do jornal Zero Hora:
"O iminente "colapso das abelhas" (ou DCC, Desordem do Colapso das Colônias) e suas alarmantes consequências para a vida humana já foram tema de artigos científicos, documentários, grandes reportagens e até de um episódio da série Black Mirror. Faltaria um grande romance se a escritora norueguesa Maja Lunde, 41 anos, não tivesse escrito, em 2015, o premiado Bienes Historie (A História das Abelhas) – por aqui, a editora Morro Branco parece não ter confiado muito no interesse dos brasileiros pelo pequeno inseto ameaçado de extinção e optou por um título mais genérico, e ligeiramente chick lit: Tudo que deixamos para trás.
No livro, Lunde conta três histórias de épocas e cenários distintos, interconectadas, de alguma forma, com a criação de abelhas. Na Inglaterra de 1852, William é um biólogo deprimido que sonha em criar um tipo de colmeia totalmente novo, o que garantiria fama e honra para sua família e a chance de voltar a ter algum interesse pela vida. Em 2007, nos Estados Unidos, George é um apicultor lutando para manter um negócio em crise. Em um futuro pós-colapso das abelhas, a terceira história se passa na China, em 2098. A protagonista é Tao, uma jovem camponesa que enfrenta a dura rotina do trabalho de polinização manual das plantas – única alternativa para manter a produção de alimentos depois que as abelhas desapareceram. 
Ainda que as abelhas e seu destino incerto ocupem o primeiro plano da narrativa, Tudo que deixamos para trás não é um panfleto ecológico. As três histórias, que se cruzam no final do livro, são tanto sobre relações humanas, principalmente as familiares, quanto sobre a interdependência entre homem e natureza. William, George e Tao depositam nos filhos a esperança de um futuro melhor. O romance parece nos dizer que muito mais do que uma abstração, o futuro dos nossos filhos (e o destino do planeta) depende, acima de tudo, daquilo que nós somos capazes de criar – ou evitar – no presente." 
Comecei a ler o livro no dia em que ganhei, no dia de Natal, e terminei em duas semanas. Uma leitura bem agradável! No começo, não estava entendendo o que uma história teria a ver com a outra mas nada como chegar no final do livro!
Me interessei pelo livro pela questão ambiental, a questão do desaparecimento das abelhas e suas consequências, que pouquíssimas pessoas dão importância, mas a questão do relacionamento familiar também é bastante interessante e a forma como ela dispõe as duas questões no romance, é envolvente.

Tudo que deixamos para trás
Maja Lunde
Editora Morro Branco

Esta foi a minha primeira participação no Desafio Um Livro por Mês, idealizado pela Sol, do blog Solzinha Artes. Espero, que seja a primeira das 12 edições, pois espero conseguir ler um livro por mês este ano. 

Participantes:
- Sol leu A Arte da Guerra
- Bruxa leu Querido John

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

As leituras para o semestre, ou para o ano...

Nunca fui uma devoradora de livros como a minha mãe, o Leonardo e a minha sobrinha Marina. 
A Marina é daquelas que, quando começa um livro, não fecha ele, até terminar a leitura. Ela acorda lendo, toma café lendo, caminha lendo, almoça lendo... E não são livros fininhos, são volumes e mais volumes, um mais grosso que o outro.
O Leonardo também, está sempre lendo um livro, ou até dois ou três, ao mesmo tempo. Um fica na cabeceira da cama, outro fica no carro, outro na sala... 
E minha mãe sempre gostou de ler, pede livros de presente, comprava livros no Círculo do Livro e sempre fazia a gente escolher algum. 
Eu sempre gostei de ler mas nunca como a Marina ou o Leonardo. Lia os livros que o colégio pedia e lia um que outro, que me interessava mas, de alguns anos pra cá, piorou e parei de ler. Eu começava a ler e dormia nas primeiras páginas, fosse de dia, fosse de noite. E estava difícil ler um livro do começo ao fim, normalmente, abandonava a leitura no meio do caminho.
Desde que começamos a namorar, o Leonardo tem me presentado com livros. Alguns eu consegui ler todo, outros estão abandonados ou, nem começados. 
O último livro que li com muita vontade, que eu me lembre, além daquele sobre Alzheimer, o "Quem, eu?", foi um presente do Leonardo, o "Pequeno Segredo", escrito por Heloisa Schurmann, a mãe da família conhecida internacionalmente pelas grandes aventuras ao redor do mundo a bordo de um veleiro.
Isto foi em 2014, logo que nos mudamos para o Recanto. Lembro que, milagrosamente, o Leonardo foi dormir e eu fiquei lendo na sala, noite adentro, até terminar o livro. Normalmente, acontece o contrário aqui, eu vou dormir e ele fica lendo.
Mas, como bem disse a Glória Maria na apresentação do livro, " O pequeno segredo de Kat me tirou a respiração. Trouxe mais luz ao sentido verdadeiro da nossa existência. Amor e respeito incondicional às diferenças. A fantasia da vida. A realidade da morte." 
Baita livro! Baita história! Digo eu!
Eu sou manteiga derretida, choro até em propaganda de margarina mas, acho difícil alguém não se emocionar lendo o livro, ou assistindo o filme que virá este ano. Preparem os lenços! 
Se quiser se familiarizar mais ainda, com a história, é só assistir aos vídeos das viagens da família Schurmann. São ótimos e tem várias viagens que eles realizaram com a Kat.
Mas, o que eu queria mostrar nesta postagem é a relação de livros que estou acumulando na minha mesinha de cabeceira e que pretendo ler este ano, ou, quem sabe e tomara, neste semestre.
Tem quatro livros que ganhei do Leonardo, um que ganhei de uma amiga, três emprestados e um comprado.
Outra pessoa que tem me incentivado muito é a Bruxinha Márcia, do blog Poções de Arte, e ela me convenceu a entrar em mais uma brincadeira entre blogueiras, que incentiva a leitura. Desafio aceito, vamos ver se consigo ler um livro por mês.
Estou empolgadíssima lendo um dos presentes de Natal que o Leonardo me deu, que é o livro que está no topo da pilha. Devo terminar em seguida e espero continuar o pique com os outros.
Até o Leonardo anda surpreso comigo! Levo o livro para tudo que é canto, fila de banco, fila de correio, leio no carro esperando ele fazer alguma coisa na rua, dou boa noite e digo que vou ler um pouco na cama... ele só ri, mas tenho lido sim! 
Boas leituras para quem não dorme no ponto!

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

E ele se foi...

Meu sogro cansou de lutar contra o Alzheimer e todas as complicações que vêm com esta doença.
 Baixei estas fotos e fiquei um bom tempo pensando o que escrever.
Poderia transcrever aqui, todas as manifestações que os alunos do professor Egon e amigos de longa data, publicaram em comentários no Facebook. 
 Todos diziam, de um jeito ou de outro, que ele foi um professor dedicado e inovador, uma pessoa extremamente bondosa, filosófico, amante da natureza e dos esportes.
Fico feliz por ter feito parte de um pedacinho da vida desta pessoa.
Fico feliz e orgulhosa por ter sido recebida com tanto carinho para fazer parte da família dele.
Abaixo, trechos do livro "Quem, eu?", escrito por um neto, Fernando Aguzzoli, que largou tudo para cuidar da vó com Alzheimer. Eu recomendo a leitura, principalmente, para quem tem familiares com a doença.
"... uma vida não é medida por coisas boas ou ruins que fazemos, mas por quantas pessoas atingimos e quantas multiplicam essas atitudes."
"A resposta para superar a morte não está na morte, isso seria muito óbvio. Está na vida.
Nós passamos boa parte da vida aprendendo a lidar com pessoas diferentes, tentando da melhor forma possível conviver, suportar e em alguns casos amar... Porém passamos o restante da vida tentando superar a perda e a ausência dessas mesmas pessoas por quem fomos cativados. O que talvez não enxerguemos é que esse é um trabalho contínuo e inicia muito antes do que imaginamos. Começamos a superar a perda  no momento em que olhamos para essas pessoas pela primeira vez, o que torna a vida toda uma grande superação.
Nossa essência consiste em permitir que pessoas embarquem e desembarquem da nossa vida enquanto seguimos um determinado caminho. Alguns descem antes e outros ficam até o final da viagem, mas o nosso erro está em supervalorizar esses momentos de partida, e não a viagem em si.
Quando eu ficava horas vendo a minha vó tricotar na poltrona, eu já estava superando sua perda e nem sabia. Quando eu ia à padaria comprar aquilo que ela mais gostava para o lanche da tarde, eu estava superando a perda. Quando passávamos a tarde vestindo fraldas  e rindo, eu estava superando a perda. No fim das contas, quando tudo aconteceu, eu já havia superado a sua perda.
 O que eu quero lhe dizer é: a vida junto com essas pessoas tem muito mais valor que o momento de suas partidas. Não é este último segundo que define toda jornada, é a forma como decidimos viver dentro desse relacionamento que define o quão bem ficaremos após a sua partida."
E a frase "saudades eternas" nunca fez tanto sentido para mim, como agora.

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

"Quem, eu?"

 "Quem, eu?" é um livro escrito por um neto, Fernando, que se dedicou a cuidar da avó, dona Nilza, portadora de Alzheimer. Eu já havia lido sobre eles no jornal, onde fiquei sabendo da página que Fernando criou no Facebook para a vó.
O Alzheimer, também conhecido por "o alemão", é uma doença degenerativa onde é afetada a memória recente, e as memórias antigas costumam ficar preservadas. Esta, é apenas uma das características desta doença, que leva muitos idosos a serem abandonados pela própria família, que precisa de muita paciência para lidar com ele e a doença.
E foi esta perda de memória recente, que nos levou a prestar mais atenção no sogro e levá-lo a uma consulta médica e a partir daí, estamos convivendo com o Alzheimer em casa.
As situações que nos levaram a marcar uma consulta para o sogro foram muito engraçadas, que se é um fato isolado, fica por isso mesmo, mas quando começa a se repetir, a gente se olha e se pergunta "peraí, ele tá tirando sarro da nossa cara, né?". Não, não tá! Parece piada mas é a doença!
Com a recente chegada do Alzheimer em nossas vidas, numa bela noite, Leonardo foi jantar com colegas de trabalho, justamente num restaurante onde estava acontecendo uma sessão de autógrafos do livro e saiu de lá com o livro e uma dedicatória muito interessante e verdadeira: "aventuras como as nossas, com nossos "filhos" nos traz aprendizados que nunca imaginamos ter. Sorria muito e mantenha o alto astral."
O livro mostra como Fernando conviveu com a vó e a doença, com bom humor e muito amor. Claro, que além de muita paciência, isto requer tempo, o que a maioria das famílias não tem hoje em dia. 
Quem nunca teve contato com esta doença, pode achar isso tudo um saco, mas quem teve ou tem algum conhecido, amigo ou familiar portador do Alzheimer, tenho certeza que vai adorar o livro, como eu gostei.
Trechos do livro que achei interessantes.
" A relação com minha avó também sofreu alterações a partir do momento em que passei a utilizar com ela a "terapia do bom humor", como costumo chamar. Alguns anos atrás, a forma correta de lidar com idosos com Alzheimer era trazê-los para a realidade. Hoje, sabe-se que o correto é entrar na realidade ficcional do idoso, e se é para fazer isso, que seja da forma mais descontraída possível."
E para manter o bom humor, nada melhor do que o vídeo abaixo.


"Nossa essência consiste em permitir que pessoas embarquem e desembarquem da nossa vida enquanto seguimos um determinado caminho. Alguns descem antes e outros ficam até o final da viagem, mas o nosso erro está em supervalorizar esses momentos de partida, e não a viagem em si.
Quando eu ficava por horas olhando minha vó tricotar na poltrona, eu já estava superando sua perda e nem sabia. Quando eu ia à padaria comprar aquilo que ela mais gostava para o lanche da tarde, eu estava superando a perda. Quando passávamos a tarde vestindo fraldas e rindo, eu estava superando a perda. No fim das contas, quando tudo aconteceu, eu já havia superado a sua perda. O que eu quero lhe dizer é: a vida junto com essas pessoas tem muito mais valor que o momento de suas partidas. Não é esse último segundo que define toda  jornada, é a forma como decidimos viver dentro desse relacionamento que define o quão bem ou mal ficaremos após sua partida."
Fernando Aguzzoli
Quem, eu? Uma avó. Um neto. Uma lição de vida.
Editora Belas Letras

sábado, 13 de novembro de 2010

Feira do Livro de Porto Alegre e sessão de autógrafos do meu irmão - 11/11/10


56a. Feira do Livro de Porto Alegre

Título da obra: Ofício de Ensinar e Pesquisar na Educação Física Escolar

Autores: Fabiano Bossle - Vicente Molina Neto - Maria Cecília C. Gunther - Alexandre Scherer

Minha mãe e seu filhinho querido, que por coinscidência é o meu irmãozinho querido!
Fotos: Leonardo Esch
No dia 11 de novembro meu irmão autografou seu segundo livro, na Feira do Livro de Porto Alegre e eu e Leonardo fomos prestigiá-lo.
Fomos de bicicleta para conferir se os prometidos bicletários estariam lá e sim, eles estavam lá e bem pertinho da Praça de Autógrafos. Muito legal!
Eu pegando um autógrafo com um dos autores do livro, meu irmão. Pedi que ele autografasse um guardanapo para que eu não precisasse gastar dinheiro no livro, mas não colou...tive que comprar a obra. Foto do Leonardo.
Cibele, minha cunhada, não perdeu um clique do maridão. Foto do Leonardo
Foto do Leonardo.
Meu irmão era só gentileza! Deixou todos esperando na fila para tirar fotos com seus admiradores.
Foto do Leonardo


Agora é a vez do papai orgulhoso pegar um autógrafo exclusivo!
Mamis e eu.



Mamis, eu e papis.
Criadores e criação. Criatura???
Vista "aérea" da banca da Tomo onde trabalhei em 2008 e onde estavam minhas queridíssimas amigas Marga e Naza.
Um clicando e outro sendo clicado.

Família orgulhosa! Parabéns Mano!