terça-feira, 17 de junho de 2014

Remada no fundo do quintal! Caiacada no Maquiné - Inauguração do "Tubarão Clandestino" (9 de junho de 2011)

Da série, "postagens suuuper atrasadas"...
"Aqui estamos eu e o Tubarão Clandestino saindo pelos fundos do quintal da nossa casinha em Maquiné, para uma remadinha básica.
Leonardo, Tombinho e eu chegamos ontem em Maquiné. Leonardo já fez um treininho no final da tarde de ontem e também já havia remado aqui outras vezes. Esta é a minha prima volta!Deixamos Tombinho preso, dentro de casa, para evitar que ele apronte alguma coisa ou desapareça, já que o terreno ainda não está cercado.
Como dá pra ver na foto, precisamos sair no meio do capim."
Lá em terra, ou em gramado, Leonardo se preparando para entrar na água com o "Lagarantiasoyyo".
Leonardo saindo do meio do capim.
O que escrevi no começo da postagem foi o texto que comecei lá em 2011, quando Leonardo e eu fizemos esta pequena remada no quintal de casa, como costumamos falar do rio que fica nos fundos do Recanto, que na verdade, é o braço morto do rio Maquiné.

Foi em 2011 que adquirimos o Recanto, março de 2011.

Em abril de 2011 fomos até Rosário, na Argentina, buscar dois caiaques. Este azul é o meu, o "Tubarão Clandestino" e o do Leonardo que era para ser cor de laranja, fizeram errado e ele ficou com o amarelo mesmo, e é o "Lagarantíasoyyo"
E em junho do mesmo ano, fizemos esta remadinha, que foi a minha primeira remada "no quintal de casa" e a primeira remada oficial com o novo caiaque. Na verdade, havia remado com ele em Tramandaí, mas esta remada foi tão tensa, que desconsiderei. 

Olhando com atenção, dá para ver duas aves na árvore. Não tenho certeza, mas acho que são Tarrãs.
E na água, lixo!

Saímos do braço morto do Maquiné e estamos no próprio rio Maquiné.

É um rio muito bonito! Na direção da cidade o rio tem muitas pedras e algumas corredeiras. É onde o Leonardo costuma brincar com os amigos.

E para o lado oposto, o rio encontra o Braço Morto e em seguida deságua na Lagoa dos Quadros.





Ponte da BR 101.

Tubarão Clandestino e Lagarantíasoyyo.







A balsa, quase na Lagoa dos Quadros, bem pertinho de casa.



Chegando em casa.

Leonardo abrindo caminho no meio do capim. Agora, já temos um trapiche! Que chique!







Quindim Precioso, meu primeiro caiaque, Lagaratíasoyyo, o Tubarão Clandestino, meu caiaque "ferrari", e a casinha do Recanto, como era em 2011.

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Dia dos namorados, bolinho de chocolate e a lua cheia

Foto do Leonardo
 Leonardo e eu passamos o dia dos namorados no Recanto trabalhando feito loucos, como de costume. As obras ainda não acabaram mas pedi uma semana de folga do pedreiro pois ficaríamos só dois dias lá e queria ficar mais a vontade.
Depois do almoço, namorei um pouquinho na rede com o Costelinha. Semana que vem completaremos um ano de namoro, quando ele apareceu aqui no Recanto a primeira vez.
 Paramos os trabalhos para assistir a abertura da Copa e o jogo do Brasil. Teve pinhão, pipoca, chimarrão e bicão de olho na minha pipoca.
Foto do Leonardo
 Depois do jogo, Leonardo me convidou para caminhar até o trecho da rua onde se tem vista para a Lagoa dos Quadros para ver e fotografar a lua cheia. As luzes que se vê na foto acima são da cidade de Capão da Canoa.
Foto do Leonardo
 Durante o almoço, Leonardo comentou que esperava ser surpreendido no jantar dos namorados e prontamente eu avisei que não teria nada de mais, pois já havia me programado para fazer a boa e velha sopa. E assim foi!
 Dias antes também já tinha avisado que não teria presente, pois estamos em contenção de despesas. Sem frescura, coloquei a panela na mesa, que também não estava arrumada decentemente, pois a casa está numa fase em que precisamos abrir espaço na mesa para fazer as refeições. 
Foto do Leonardo
 O toque romântico ficou por conta da iluminação a luz de velas. Leonardo sugeriu, há algum tempo, que quando estivéssemos morando no Recanto, poderíamos fazer o dia sem luz, onde evitaríamos grandes gastos de luz, controlando o consumo durante todo o dia e finalizando com um jantar a luz de velas. Adorei a ideia e pretendo cumpri-la mas já fizemos uma prévia neste dia especial.
Foto do Leonardo
 A surpresa que havia programado para a sobremesa não deu certo! Tinha pensado em fazer uma mousse de chocolate, já que Leonardo é um chocólatra e adorou a mousse que fiz dias antes para um almoço com amigos. Só que eu "sisquici" que não temos batedeira no Recanto e não quis arriscar bater a clara à mão. Lembrei de um bolinho de chocolate que vi num programa de culinária da GNT e fui atrás da receita, que além de muito simples, não precisa ser feita com antecedência, pois é tipo um Petit Gateau, servido quente. Não tinha sorvete mas resolvi fazer assim mesmo. Como já aconteceu outras vezes, não prestei bem atenção em toda a receita e quando já estava com a mão na massa percebi que esta receita também recomendava o uso da batedeira mas agora, já era! Bati no muque mesmo e já estava dando a receita por perdida, pois também não tinha as forminhas recomendadas então, resolvi usar umas mini forminhas que eram da minha vó e umas xícaras, torcendo para que estas não quebrassem com o calor do forno. 
Foto do Leonardo
 Pela receita, o bolinho estaria no ponto em menos de dez minutos. Como as forminhas da vó são bem menores, achei que ficariam prontas antes disso mas não, demorou mais e qual não foi a minha surpresa quando vi os bolinhos crescidos como nas imagens da televisão.
Sou muito atrapalhada como cozinheira e minha cozinha ficou um caos! 
Foto do Leonardo
 Os bolinhos pequenos ficaram uma gracinha mas não ficaram cremosinhos por dentro como deveriam, mas estavam uma delícia mesmo assim. Já os bolinhos das xicrinhas, ficaram perfeitos! Estavam tão perfeitos que esquecemos de fotografar. 
 Com todo improviso, nosso jantar de dia dos namorados foi bem legal! Leonardo ficou satisfeito, adorou a sobremesa e o jantar a luz de vela.
 Depois da janta, depois da sobremesa, lá pelas 22h30, fomos na rua admirar a claridade daquele linda noite iluminada por um espetáculo de lua.
Achei impressionante como a foto ficou clara, nem parecia que já eram quase onze horas da noite.
As velas iluminavam a casa por dentro e a lua iluminava a rua e o nosso amor!

domingo, 8 de junho de 2014

Popó e Kin

 Ainda tenho muito o que aprender com os animais. Esta noite perdi um gato, o seu Popó, que não foi adotado por nós, pelo contrário, ele nos adotou, pois chegou aqui sem ser convidado e aqui resolveu ficar. No começo, ele pulava o muro para comer a comida dos gatos e saía correndo quando nos via ainda dentro de casa. 
Juro, sem vergonha de dizer isso, que tentei ignorá-lo, pois todos sabem que já tenho muitos animais e não consigo mantê-los sem ajuda. Pois ele ignorou a minha indiferença e não só se juntou aos meus  gatos do pátio, como resolveu que dentro de casa era o melhor lugar para ficar e passava no meio das nossas pernas quando abríamos a porta. 
Pois o Popó deixou de ser arisco, foi ficando, entrando e conquistando nossos corações com seu corpinho magro e seu jeitinho pra lá de carinhoso! Em pouco tempo passou a atender pelo nome. Foi tudo muito rápido, ele chegou, não conseguimos engordá-lo e a doença passou a se manifestar rapidamente nas últimas semanas. Ficou alguns dias internado na clínica mas a veterinária achou melhor levarmos de volta para casa porque estava deprimido. Trouxemos no sábado mas ele não melhorou. 
Antes de ficar muito, muito mal, tirei a foto dele dormindo ao lado da Kin, nossa cachorrinha cega. Esta noite ele morreu e de manhã, coloquei seu corpinho na rua coberto com os paninhos dele, enquanto dava comida para a cachorrada,para em seguida enterrá-lo. Eis que a Kin, que dificilmente entra naquela parte do pátio, ficou o tempo todo ao lado do Popó. 
Fiz tudo dentro da rotina deles. Numa determinada hora, tenho que colocar uma turma dentro de casa para soltar o Sargento e a Clarinha, e a Kin, que sempre entrou sem problema algum, "bateu pé" e ficou no frio, sentada ao lado do Popó. Será que ela estava velando o amigo? 
Achei que era bobagem da minha cabeça, mas depois que concluí o sepultamento do querido Popó, deixei os paninhos no chão para ver se ela não estaria ali, só por causa dos panos e para a minha surpresa, ela virou-se e foi para dentro de casa, deixando os paninhos no chão. Fico pensando se não estou dramatizando mas que outra explicação teria para isso? 
Obrigada Popó e Kin, por mais estas duas lições!
Popó morreu no dia 26 de maio. Estou reproduzindo aqui, uma publicação que fiz no Face, no dia 27 de maio.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Construindo pedacinhos de felicidade

Esta é a casinha do Recanto em obras.  Aqui aparece os fundos, onde estamos fazendo a área de serviço. "Estamos" não é exatamente o termo certo, já que eu estou aqui em Porto Alegre e o Leonardo é quem está lá, trabalhando junto com o pedreiro. 
Agora só está faltando o telhado e piso da área de serviço, os azulejos do banheiro que o Leonardo resolveu trocar agora, os portões dos canis e o reboco de uma das paredes do canil.
Leonardo passou a semana lá para trabalhar junto com o Fabiano, o pedreiro, que aparece nestas duas fotos cortando as madeiras.
Nascendo uma área de serviço.
Telhado da área de serviço sendo colocado.
Trabalhando noite adentro.
De noite!
De dia!
Os trabalhos agora estão concentrados no banheiro. 
Meu banheiro... snif!


Piso da área de serviço.
O Leonardo ia mandando as fotos na medida que as coisas iam acontecendo, para que eu pudesse acompanhar o andamento das obras e junto com as fotos, lembrando que eu gosto de postar tudo sobre o nosso Recanto, mandou uma sugestão para o título da postagem: construindo pedacinhos de felicidade! Perfeito!

terça-feira, 3 de junho de 2014

Vendo o sol nascer na praia

A praia de Rondinha, onde os pais do Leonardo têm casa, fica há uns 50 km do Recanto, onde estivemos na semana passada, por três dias e repetindo o que havíamos feito na semana anterior, passamos uma noite com eles na praia para ver se estavam bem.
Leonardo madrugou e aproveitamos para fazer o que tanto gostamos, ver o sol nascer na beira da praia.
Neste horário, só as aves na praia.
Dava para ver a cidade de Torres ao longe.
Estava bem friozinho mas Leonardo, o corajoso, além de estar de bermuda e chinelos, ainda colocou o pé na água gelada.

Na pressa de sair, esquecemos a bolinha do Trumbico.
E ele quer brincar o tempo todo. Se não tem bolinha, tem que fazer buraco.

Aos poucos, foram aparecendo os pescadores. Este, estava acompanhado apenas de seus dois cães. Adorei assistir a cena de companheirismo dos bichinhos que, entre uma espreguiçada e outra, estavam felizes e sempre perto do seu humano de estimação.
O querido do pai!

Não conseguimos ver o sol assim que ele nasceu porque haviam muitas nuvens mas Leonardo quis esperar que ele subisse um pouco.
E valeu a pena! 
Foi mais um espetáculo da natureza!
Provando que vale a pena acordar um pouquinho mais cedo. As fotos do Leonardo ficaram lindas mas esqueci de copiar e ele vai passar a semana toda lá no Recanto, acompanhando e colocando a mão na massa na última semana de obras, e eu e a bicharada estaremos aqui, em Porto Alegre, contando os dias para a grande mudança.