sábado, 21 de janeiro de 2017

A realização de um sonho - Parte 4 - O começo da laje

 Estamos em agosto e com este caminhão começou uma nova fase da obra, uma fase bastante importante!
 O caminhão trouxe as vigotas e as tavelas, que junto com aquela tela enrolada no chão e mais um monte de concreto, formarão a laje da casa.
 Essas pequenas vigas de concreto são as tais das vigotas.
Eu tirava várias fotos por dia, para mandar para o Leonardo quando ele estava no plantão. 
 Dá gosto de ver a casa ganhando forma.
Esta é a visão da casa nova, vista lááá de baixo, da casinha.
 Entre as vigotas vão as tavelas, que são estes tijolinhos chatos e esquisitos.
 Vigotas e tavelas ficam assim.
 Gostaram da vista? Eu também! riririri
 Leonardo e seu Ademar procurando alguma coisa lá embaixo. O que será?
 Ah! Acho, que estavam falando sobre a escada, que será neste vão.
 Esta fase da laje foi super trabalhosa e o Leonardo colocou a mão na massa para ajudar.
E ficou assim, após uma jornada de trabalho. Tadinho!!!
 E a cachorrada... já sabem, né?! :)
"Sissi, para de espalhar a areia!"
" Areia? Que areia???"

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

As leituras para o semestre, ou para o ano...

Nunca fui uma devoradora de livros como a minha mãe, o Leonardo e a minha sobrinha Marina. 
A Marina é daquelas que, quando começa um livro, não fecha ele, até terminar a leitura. Ela acorda lendo, toma café lendo, caminha lendo, almoça lendo... E não são livros fininhos, são volumes e mais volumes, um mais grosso que o outro.
O Leonardo também, está sempre lendo um livro, ou até dois ou três, ao mesmo tempo. Um fica na cabeceira da cama, outro fica no carro, outro na sala... 
E minha mãe sempre gostou de ler, pede livros de presente, comprava livros no Círculo do Livro e sempre fazia a gente escolher algum. 
Eu sempre gostei de ler mas nunca como a Marina ou o Leonardo. Lia os livros que o colégio pedia e lia um que outro, que me interessava mas, de alguns anos pra cá, piorou e parei de ler. Eu começava a ler e dormia nas primeiras páginas, fosse de dia, fosse de noite. E estava difícil ler um livro do começo ao fim, normalmente, abandonava a leitura no meio do caminho.
Desde que começamos a namorar, o Leonardo tem me presentado com livros. Alguns eu consegui ler todo, outros estão abandonados ou, nem começados. 
O último livro que li com muita vontade, que eu me lembre, além daquele sobre Alzheimer, o "Quem, eu?", foi um presente do Leonardo, o "Pequeno Segredo", escrito por Heloisa Schurmann, a mãe da família conhecida internacionalmente pelas grandes aventuras ao redor do mundo a bordo de um veleiro.
Isto foi em 2014, logo que nos mudamos para o Recanto. Lembro que, milagrosamente, o Leonardo foi dormir e eu fiquei lendo na sala, noite adentro, até terminar o livro. Normalmente, acontece o contrário aqui, eu vou dormir e ele fica lendo.
Mas, como bem disse a Glória Maria na apresentação do livro, " O pequeno segredo de Kat me tirou a respiração. Trouxe mais luz ao sentido verdadeiro da nossa existência. Amor e respeito incondicional às diferenças. A fantasia da vida. A realidade da morte." 
Baita livro! Baita história! Digo eu!
Eu sou manteiga derretida, choro até em propaganda de margarina mas, acho difícil alguém não se emocionar lendo o livro, ou assistindo o filme que virá este ano. Preparem os lenços! 
Se quiser se familiarizar mais ainda, com a história, é só assistir aos vídeos das viagens da família Schurmann. São ótimos e tem várias viagens que eles realizaram com a Kat.
Mas, o que eu queria mostrar nesta postagem é a relação de livros que estou acumulando na minha mesinha de cabeceira e que pretendo ler este ano, ou, quem sabe e tomara, neste semestre.
Tem quatro livros que ganhei do Leonardo, um que ganhei de uma amiga, três emprestados e um comprado.
Outra pessoa que tem me incentivado muito é a Bruxinha Márcia, do blog Poções de Arte, e ela me convenceu a entrar em mais uma brincadeira entre blogueiras, que incentiva a leitura. Desafio aceito, vamos ver se consigo ler um livro por mês.
Estou empolgadíssima lendo um dos presentes de Natal que o Leonardo me deu, que é o livro que está no topo da pilha. Devo terminar em seguida e espero continuar o pique com os outros.
Até o Leonardo anda surpreso comigo! Levo o livro para tudo que é canto, fila de banco, fila de correio, leio no carro esperando ele fazer alguma coisa na rua, dou boa noite e digo que vou ler um pouco na cama... ele só ri, mas tenho lido sim! 
Boas leituras para quem não dorme no ponto!

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

De olho nas corruíras.

 Mamãe corruíra não para quieta, sempre buscando comida para seu filhote.
Lá vai ela, de novo.
 Estas duas casinhas, que estão no caramanchão, são as mais usadas, estão sempre com algum inquilino. Dona Corruíra está na que aparece de frente para a foto e na outra, havia uma família de canarinhos, mas acho, que já desocuparam.
Pobre mamãe corruíra! Como sossegar com um filhote tão esfomeado???
 Olha só, espiando para ver por onde a mãe.
 Ela vem, bota a comida na boca do marmanjo e sai rapidamente.
 Desta vez, resolveu descansar um pouco no galho da amendoeira.
 Mas é só um pouco mesmo, pois o danado não fecha a boca.
 Mas que barbaridade!!!!
 Estas fotos foram feitas no sábado e domingo.Hoje, não vi movimento na casinha, mas ouvi corruíras na árvore que tem, bem perto da casinha. Não consegui visualizar mas, acho que se tratava da mamãe corruíra e seu filhote comilão. 
Ao que parece, a mordomia está acabando!

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

A realização de um sonho - Parte 3 - Os pilares e a área de serviço

Fundação feita, apareceram os pilares!
Que coisa mais estranha, né?!
E Leonardo colocando aterro para dentro da casa.
Acho que foi o visual mais estranho da construção.
Dá para entender o que vai sair daqui?

Oba! Uma parede!!!
A parede é da área de serviço e a cachorrada se divertindo enquanto os outros trabalham!
E de quem será este par de orelhas? Pior, que nem eu lembro mas, acho que era da Piq Piq. :)

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

A realização de um sonho - Parte 2 - O atelier e a fundação da obra

Depois da correria do mês de dezembro e final de ano, quero colocar as postagens em dia, principalmente, sobre a construção da casa nova. Minha ideia é postar sobre a obra todas as segundas-feiras mas, como estou atrasada com o blog, resolvi publicar a segunda parte agora, segunda que vem a seguinte, e assim por diante. 
A fundação e o atelier.

 Antes mesmo de nos mudarmos para o Recanto, Leonardo começou uma pequena obra na parte da frente do terreno, na tentativa que a luz fosse ligada para nós. Ficamos mais de dois anos, usando a luz do vizinho, que foi quem nos vendeu o Recanto, enquanto a CEEE, a companhia encarregada da luz por aqui, nos enchia de impedimentos para religar a luz. O primeiro argumento para negar a luz foi que a casa ficava a mais de 40 metros do poste de luz.
Todos diziam, "coloca umas pedrinhas lá, como se fosse começar uma obra, que eles ligam a luz!". Que nada! Leonardo e o amigo Tiago colocaram umas pedrinhas, se empolgaram e nasceu a ideia do meu futuro atelier, que eles foram fazendo quando dava, e o atelier foi crescendo, Leonardo e Tiago se empolgando e nada da CEEE nos dar a luz. 
 Por vários motivos, a obra do atelier ficou parada por um bom tempo, até começar a construção da casa nova, quando ele teve que ser terminado às pressas, do jeito que deu, para que os pedreiros pudessem morar nele, durante o período da obra. Não ficou como o Leonardo planejou mas, o projeto do atelier será retomado, assim que der.
O barraquinho, que virou atelier, passou por capela e só Deus sabe o que será...
O seu Ademar e o Leandro, já haviam trabalhado aqui, no Recanto. Foram eles que cercaram a frente e uma lateral do terreno, e fizeram parte da reforma da casinha. 
A quantidade de pedras na área onde vai ficar a casa, é impressionante e assustadora!
A proposta do pai e da mãe era nos dar uma casa pré-fabricada, mas eles ficaram sabendo que o seu Ademar estava sem trabalho e resolveram contratá-lo. A vantagem era que poderíamos alterar algumas coisas na planta, já que as casas pré-fabricadas seguem um mesmo padrão.
E a fundação foi brotando do meio das pedras.
Inverno, chuva, um pouco de frio, muito barro...
E uma casa nascendo.
Depois de alguns acontecimentos, que só vou contar no final das postagens sobre a obra, depois de conversarmos e negociarmos com o pai, mudamos a planta da casa para que ela ficasse mais perto do que havíamos sonhado.
Tudo para aproveitarmos a vista da parte mais alta do terreno.
E a cachorrada se divertindo nos montes de areia, quer dizer, a cachorrada fiscalizando a obra de cima dos montes de areia, já que fica melhor de visualizar tudo, claro!

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Momentos de descontração

Ainda em clima de Natal...
Filomena e Godofredo, os cães dos sogros, felizes com a nossa chegada.
Dia 18 de dezembro foi aniversário do Leonardo e da Betina, irmã dele. Eles não são gêmeos, apenas nasceram no mesmo dia com uma diferença de sete anos. :)
 O seu Egon, o sogro, estava hospitalizado, bem mal já, e passamos o dia no hospital, fazendo revezamento para almoçar e para um café de tarde.
Logo que chegamos em Nova Petrópolis, Leonardo e eu fomos direto para a casa dos sogros para deixar o Tombinho em casa, com Filomena e Godofredo, os cães dos sogros, que fizeram uma festa com a nossa chegada.
Numa das saídas do hospital, Leonardo encontrou uma mariposa pedindo para ser fotografada. e assim foi feito!
Apesar da situação, conseguimos descontrair um pouco a sogra, levando-a para tomar um café com chantilly, que ela adora e toma sempre com canudinho, para que o chantilly não escorra pela caneca.
Leonardo também pediu chantilly e canudinho no dele, o que rendeu caras e bocas e risadas! :)
Nova Petrópolis não é tão badalada e nem tão enfeitada quanto as vizinhas Gramado e Canela mas, além de ser mais barata e menos movimentada, tem seus encantos espalhados pelas ruas, canteiros e jardins das casas! 
Já era noite quando Tombinho pediu para tirar uma foto com um destes encantos, os ursos de Natal que estão na frente de uma galeria do centro da cidade.
Saímos tarde de Nova Petrópolis, pegamos a estrada de volta e chegamos em Maquiné de madrugada. Não posso passar uma noite fora por causa da bicharada. Este foi um dos dias de uma quinzena de muita correria e cansaço mas, mesmo no meio da tempestade, podemos descontrair um pouco.

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

As aventuras dos irmãos Pinha

Uma das coisas que mais gostei neste Natal, ou período de Natal, foi a chegada dos irmãos Pinha na nossa casa. Gostei tanto deles, que os convidei para passarem o Natal conosco, em Torres e em Nova Petrópolis.
 Em Torres, na casa dos meus pais, eles participaram da Ceia de Natal.
 No dia 25, cedinho, Leonardo, Tombinho, eu, os irmãos Pinha e a corujinha natalina do chimarrão, pegamos a estrada para passar o dia de Natal em Nova Petrópolis, com a sogra, a irmã do Leonardo e seu esposo.
Só um chima pra manter a turma acordada, com tanta correria!
 E assim nós viajamos, Tombinho não quer perder nada, viaja no meu colo. E os irmãos Pinha, empolgadíssimos com a viagem, também quiseram ficar na frente.
 Mas,até eles sentiram o cansaço da correria dos últimos dias e o irmão caçula acabou dormindo, bem na chegada a Gramado.
 Para ir de Maquiné para Nova Petrópolis, precisamos passar por Gramado, infelizmente. O que é turismo para uns, para nós é um transtorno, pois acabamos enfrentando muito trânsito de turistas. Se formos via Rota do Sol e São Francisco de Paula, precisamos, necessariamente, passar por dentro das cidades de Canela e Gramado. Imaginem, passar em pleno centro dessas cidades, na época do  Natal! Inviável! Então, temos ido por Santo Antônio da Patrulha, Taquara e Três Coroas, onde também passamos por Gramado mas, sem precisar passar pelo centro da cidade.
 Pelo menos, o visual compensa! Estamos no auge da floração das hortênsias, um espetáculo qeu acompanha o viajante em boa parte da estrada.
 Os irmãos Pinhas adoraram! Até acordaram o caçula para conferir. Eles queriam parar para tirar fotos com as flores mas, perderíamos muito tempo e prometi que faríamos isso numa outra oportunidade.
 E aqui estão eles, na mesa do almoço de Natal em Nova Petrópolis. Eles adoraram passar o Natal com a gente e nós com eles! Tanto, que ano que vem, quer dizer, este ano devem vir para o Natal, outros membros da família Pinha.
Hoje me despeço deles, hoje é dia 3, dia de Reis, não? Nunca sei se é dia 2 ou 3... Dia de desmanchar o pinheirinho e guardar os enfeites de Natal, que serão abertos novamente, no comecinho de dezembro. Ciclos que se repetem e emocionam, sempre!
Até o fim de ano, irmãos Pinha!

*Ops! Correção pós publicação... fui informada que o dia de Reis é dia de 6 de janeiro.