quinta-feira, 4 de maio de 2017

Espelho, espelho meu...

 Ontem de manhã. o rio estava tão parado, mas tão parado, que parecia um espelho
 Vaquinhas na água.
Os eucaliptos também estãoo refletidos no espelho. Quer dizer, no rio!

terça-feira, 2 de maio de 2017

Balonismo, Esquadrilha da Fumaça, família e praia - um dia em Torres!

No feriadão de primeiro de maio, aconteceu o 29o. Festival de Balonismo, em Torres. 
A foto acima foi enviada pela mãe, no final de tarde de sábado. um dos balões tem o formato do Cristo, fica lindo no céu!
Sol nascendo na Lagoa dos Quadros, na estrada de acesso ao Recanto.
Eu amo Torres e amo o Festival de Balonismo!
Domingo de manhã, Leonardo, Tombinho e eu pegamos a estrada bem cedinho, rumo a Torres, para tomar café com a mãe e o pai, e assistir a primeira prova do Festival de Balonismo, às 7h.
Quase chegando em Torres, na BR 101, apareceram os primeiros balões.
E um pouco mais tarde, vários balões enfeitavam o céu de Torres!
O rio Mampituba e os balões.
O dia estava perfeito! Nem uma nuvem no céu azul, azul!!!
Depois do almoço fomos dar uma caminhada com o Tombinho, até a praia.
Tombinho é fissurado por praia! Mas a mãe esqueceu a bolinha...
Ele não se convenceu que esquecemos de levar bolinha, e ficava olhando para as nossas mãos, o tempo todo,na esperança de encontrar uma. 
Foi uma caminhada rápida, pois não queríamos perder o começo do show da Esquadrilha da Fumaça.
Tombinho se assustava um pouco com aquelas coisas voadoras e motorizadas, que mais pareciam uma infestação de mosquitos.
E começou o espetáculo!
Leonardo pesquisou na internet para ver onde eles estavam antes, pois havia passado um único avião, vindo do norte, antes do meio-dia. O show começou, pontualmente às 14h30.
Pelo que o Leonardo viu, pontualidade é uma das características da Esquadrilha.
No sábado, eles estavam em Gaspar- SC, domingo em Torres e na segunda, fariam um show emBento Gonçalves, também no RS.
Consegui fazer estas fotos e alguns vídeos. É um show e tanto, vale à pena!
 Depois da Esqudrilha, Leonardo foi para o mar.
 Queria remar até a Ilha dos Lobos.
Tombinho e eu ficamos no apartamento.
Depois, fomos buscar o pai. 
 E ainda conseguimos ver os balões no final de tarde.
Foi um belíssimo dia! Tranquilo e com bastante atrações!

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Um Projeto por Mês - Adoções

O meu Projeto do Mês vai ser animal!!!!
No dia 13 de março, Leonardo e eu encontramos, na beira da estradinha de acesso ao Recanto, uma caixinha de tênis com quatro surpresinhas dentro. 
Sério! Estas quatro cadelinhas cabiam dentro de uma caixa de tênis!
Elas deviam ter, pouco menos de um mês de idade, e deviam estar mamando na mãe , ainda, pois não sabiam comer nos pratinhos. A fome fez com que aprendessem rapidinho...
Esta foi a primeira a ser doada, e foi para a Tatiana, moradora de Capão da Canoa, cidade vizinha a nossa Maquiné.
A Tatiana mandou esta foto, da Mel na casa nova, no dia em que tomou a primeira vacina.
Ficaram estas três. Não coloquei nome nelas, para não me apegar. Queria doar logo, sem dar chance para amores e apegos...
Por falar em amores, recebi a ajuda destes dois amores, Zara Piq Piq e Caniço, para cuidar das pequenas.
Não se apegar. Missão impossível, esta...
 Eis que, conseguimos um lar para a Flor, nome dado pela Marta, que escolheu o nome antes de ter a bichinha em mãos. Demorou umas duas semanas para conseguirmos levar a Flor até Gravataí, cidade da região metropolitana de Porto Alegre, e do novo lar da Flor.
Momento da entrega: a Flor conhecendo a Marta.
 E a alegria da filhinha da Marta, conhecendo a Flor.
Olha, que foto mais fofa! No dia seguinte, a Flor virou Luna e assistiu ao jogo do Grêmio, devidamente uniformizada, ao lado da sua nova amiga.
As duas fotos acima, foram enviadas pela Marta, a última, com a Marta dizendo que a Flor já tinha virado gremista. No que eu, prontamente respondi, que todos eles já saem daqui, gremistas! rererere
E sobraram estas duas figurinhas, que ganharam os nomes de Pit e Pe. Pois é, acabei dando nome aos bois. Quer dizer, às cadelinhas!
E continuei recebendo a ajuda do Caniço, para cuidar das duas. Este cachorro é uma figura!
Até que, mais uma encontrou um lar.
E desta vez, a escolhida foi a Pit, na foto acima, já no colo da filha da Patricia, que pediu para a mãe para faltar aula, para ficar com a Pit na sua primeira tarde na casa nova.
E de tarde mesmo, depois de ter ido ao veterinário, ganhou charmosos brincos, além de umnovo nome: Meg.
E assim, o projeto de doar as quatro cadelinhas, tá quase concluído!
Falta arrumar um lar para a Pe.
Que continua sendo bem cuidada pelo Caniço. Bem... quer dizer... ele tá dormindo, mas tá ligado! ;)
Então, na verdade, não consegui concluir nenhum projeto para este mês, pois não consegui (ainda!) doar as quatro cadelinhas, e não consegui acertar o crochê, nem terminar nenhuma das várias coisas começadas e não terminadas. 
Mas, ter doados três cadelinhas, em pouco mais de um mês, já foi uma vitória e tanto, e mais do que isso, uma constatação de que valeu a pena não ter deixado aquela caixinha na beira da estrada.

Por isso, se a Bruxinha permitir, este será o meu projeto, nesta brincadeira criada por ela. Prometendo voltar no próximo mês, com mais um projeto concluído. 
Abaixo, os projetos concluídos pelas outras participantes.
E um excelente feriadão a todos!

Bruxa Márcia com Placa Bebê Sarah
Eliane com Bebê Soninho
Zizi com Ecojóia de plástico
Alê com Cupcake
Sileni com Divisória para gaveta

quarta-feira, 26 de abril de 2017

Picada poderosa

 Ontem de manhã, recolhi umas roupas do varal e fui desvirar uma camiseta do Leonardo, quando levei uma picada de um marimbondo, que estava do lado de dentro da camiseta. Quando, que eu ia imaginar que o bichinho estava lá dentro????
A picada parece uma agulhada quente, é bem ardida, mas, nada insuportável demais. 
Passei a pomadinha das picadas em seguida, mas, não demorou para começar a inchar no local. 
 Eu sabia que ia inchar um pouco, mas a mão não parou de inflar.
 Minhas veias e rugas da mão foram sumindo. Efeito botox!
 Aqui, já estava com dificuldades para fechar a mão e dobrar os dedos.
No final da manhã, a mão parecia um pão recém saído do forno, bem crescido e quente. :) E o efeito  inchaço continuou subindo para o braço.
No final da tarde, o inchaço chegou na metade do ante-braço. Fiquei impressionada!
A outra picada que eu lembro que levei, foi no cotovelo. Lembro que o cotovelo ficou bem inchado e quente, mas, no outro dia, quase não dava para lembrar da picada.
Mais de 24 horas após a picada, minha mão permanecia inchada e dolorida. Ainda bem, que o Leonardo chegou do plantão e viu o inchaço a tempo, para eu não passar por mentirosa. rererere