Leonardo subindo o cucuruto
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Sexta-feira foi o meu quarto dia de treino, corrida intercalada com caminhadas, pela estrada de acesso ao Recanto, e tive a companhia do Leonardo, pela primeira vez, desde o meu
renascimento.
Eu fiz questão de voltar a me exercitar sozinha, por dois motivos. Um, é que estava parada há muito tempo e meu ritmo está muito lento, bem diferente do ritmo do Leonardo. O outro motivo é que o Leonardo nunca fica satisfeito com um treininho básico, ele sempre quer ir mais adiante.
E foi batata! Meu treino estava sendo da nossa porteira até a balsa, volta, passa pela nossa porteira de novo e vai até, um pouquinho além da porteira do vô Hercílio.
Eis que, este ponto é bem onde fica a entrada para o cucuruco, um morro que tem antes de chegar no Recanto, cuja metade é de propriedade do vô Hercílio, vizinho nosso e morador bem na frente do cucuruto. Há tempos atrás, perguntamos para ele se poderíamos subir no cucuruco, onde ele deixa alguns cavalos e umas vaquinhas, e ele liberou, sem problemas.
E esse dia foi sexta-feira, quando saí do meu treininho básico e quase vi meu coração saindo pela boca, escalando o tal cocuruto.
A foz do rio Maquiné, que deságua na Lagoa dos Quadros, vista de cima do cocuruto.
E o outro lado do cucuruto, com o braço morto do Rio Maquiné ao fundo, além da minha cara esbaforida, claro!
Já Leonardo, é pura disposição!
Leonardo e a lagoa no fundo.
Estrada para a Prainha.
O braço morto, de novo.
Estrada de acesso ao Recanto.
Láááá embaixo, está a estrada. Não dá pra ver, mas está lá!
Panorâmica com o braço morto ao fundo. Foto do Leonardo
Panorâmica com a lagoa ao fundo. Foto do Leonardo
E, finalmente, o cucuruco. Ou cucoruto. Ou cucurutu. Eu gosto de falar cucuruco, mas confesso, que não sei qual o certo.
E graças a ideia do Leonardo, em aumentar "um pouco" o nosso treininho, finalmente, conhecemos o cucuruco de cima, e não só assim, vendo de baixo, pela estradinha. Foi um belo treino!