domingo, 9 de junho de 2019

Um dia no Recanto e muitas fotos!

 Acho que, às vezes exagero na quantidade de fotos que tiro ficando em casa. É difícil ter um dia em que não tire uma foto, pelo menos! e tem dias, como aconteceu na última sexta-feira, que tirei muitas fotos! Mas, como resistir??? E não faço de propósito... acordo e dou de cara com esta vista... tenho que mostrar para o Leonardo que está no plantão, e/ou para a família.
Depois de alimentar a bicharada, vou passear pelo pátio com a Kin, a nossa cadela ceguinha, e flagro nossos vizinhos descansando um pouco. Foto! 
Vou fazer o chimarrão com a erva que eu adoro e ganhei da cunhada. Foto para agradecer!
Mamis manda zap perguntando se está tudo bem e o que estou fazendo. Estou preparando a horta para novas mudinhas: foto!
Faço um novo comedor, coloco pão e mamão lá e penso, "vou fotografar o comedor vazio na esperança de, daqui uns dias, fotografá-lo com os sabiás e joões-de-barro se fartando! (Geente... não sabia o plural de joão-de-barro, tive que perguntar para o sr. Google... é joões... que sarrinho!)
De tarde fui buscar ovos na vizinha, que não é vizinha, vizinha, bem do ladinho. É uma pernadinha até a casa dela, muitas pedras no caminho e, de vez em quando, algum bichinho fujão curtindo a  tranquilidade da estradinha!
Muitas pedras no caminho e algumas figueiras! Amo figueiras e solitárias assim, a cena fica mais poética!
Quase chegando em casa, a estrada só pra mim e a inundação no fundo. A nossa casa está "ali, depois da curva ali..." (música do Pouca Vogal - Depois da Curva)
Cheguei em casa, hora de levar comida para os meus velozes e furiosos, meus peixinhos. O rio subiu tanto com as chuvas, que preciso pegar o caiaque para chegar no trapiche. Bem no meio da foto, na grama lá na frente, estão as figuras abaixo. 
Donald e Margarida têm ficado mais tempo no nosso pátio do que no pátio deles. E eu tô adorando!
Esta foto é a única que não foi tirada na sexta e sim, na segunda. Mas resolvi colocar aqui para verem porquê tenho que pegar o caiaque para chegar no trapiche. E a água devia estar batendo na minha cintura. Agora já tá baixando.
Depois de alimentar os peixes, subo para alimentar a Estrela. Normalmente, ela come lá embaixo, na beira do rio mas, está muito cheio e prefiro evitar que ela ande pelo aguaceiro. Ela até vai lá, mas na sexta-feira tinha outro fujão solto na estradinha, só que este estacionou aqui, enamorado pela Estrela! Dá pra ver na foto, no canto esquerdo, em cima, um  cavalinho que passou o dia todo ali, volta e meia relinchava chamando a Estrela.
E, por fim, o final de tarde com a lua já dando o ar da sua graça! Aquele pontinho brilhoso, no canto direito é a lua...
Tem como...
...tirar...
...poucas fotos?

terça-feira, 4 de junho de 2019

Bibi faria 15 aninhos hoje!

Esta é a Brigitte, carinhosamente apelidada por Bibi ou Paninho de Chão! :)
Há exatos 15 anos, encontrei a Brigitte no canteiro central da principal avenida de Alvorada, num dia de chuva. Alvorada é uma cidade da "grande Porto Alegre", região metropolitana, e a avenida tinha trânsito intenso. Na época, eu trabalhava lá e quando estava chegando no trabalho, vi aquele montinho de pelos encharcados e apavorado, dentro de uma poça d'água, no canteiro da avenida. 
Difícil saber como ela foi parar lá e mais ainda, como ficou estaqueada lá! 
Com medo que ela resolvesse atravessar, fui resgatá-la e, para a minha surpresa, ela tentou me morder. Consegui pegá-la e larguei-a dentro do carro, onde ficou a tarde toda. Quando dava uma folguinha, ia conferir se estava bem e ela não se mexeu a tarde toda! Ficou dormindo, encolhidinha no chão do carona. 
Chegando em casa, fui tirá-la do carro e tentou me morder de novo. Coloquei aquele monte de pelos cheio de nós, dentro de uma gaiola bem grande que eu tinha e lá ela ficou por quatro dias, rosnando pra mim cada vez que chegava para dar comida, trocar água, trocar os jornais... não tinha jeito daquela ferinha se render aos meus encantos. Na época, eu fazia parte de uma ong e fazíamos muitos resgates, e nunca tinha acontecido isso, de um bichinho ficar arisco por tanto tempo. Já estava desistindo, pensando em pedir ajuda a um veterinário amigo da ong, que era adestrador. Eis que, no dia seguinte, quando fui tratar a fera, ela abanou o rabinho para mim e virou a Bela! Mudou da água para o vinho! 
Eu tinha muitos animais e fiquei feliz porque ela era uma misturinha de poodle e seria fácil de doar afinal, muitos querem cães pequenos e de raça... e realmente, não demorou muito para aparecer um candidato e lá fomos nós, eu e uma amiga da ong, levar a moça para o novo lar. Entregamos ela para a moça e fomos embora. No dia seguinte, a moça ligou querendo devolver porque a Brigitte tentava morder o marido dela! rarararara
Eu e a mãe chegamos a conclusão que aquilo era um sinal de que não era para ela sair lá de casa. E ela ficou com a gente!
 Comigo, com os outros cães, com os gatos, com a mãe e...
... com o Leonardo! Ela era apaixonada pelo Leonardo!
A mãe dizia que ela era uma lady! Eu chamava de paninho de chão por causa dos pelos que cresciam muito e enchiam de nós com facilidade. 
Na maioria da vezes, eu que cortava o cabelinho dela, coitada!  
Olha os pelinhos na parte de baixo da boquinha dela, como estavam enrolados nesta foto.  
E ela gostava de ficar enrolada nas cobertas porque, apesar de ser bem peludinha, eles eram muito fininhos e ela sentia muito frio!
Leonardo, Tombinho, eu e Bibi no Natal de 2017, em Nova Petrópolis, quando ela já estava precisando de uma atenção especial.

Até hoje, não entendo muito bem, o por quê do comportamento tão agressivo (ou defensivo) dos primeiros dias! Será que foi tão maltratada para reagir daquela maneira? Porque aquela cachorrinha sumiu! Desapareceu por completo! Nunca mais vi a Brigitte braba com qualquer coisa! Ela não implicava com ninguém, nem cachorro, nem gato, nem ninguém! Era um doce!
Bibi se foi em janeiro! Meu paninho de chão amado! Obrigada! 

sexta-feira, 31 de maio de 2019

Um Projeto por Mês - Mês do crochê!

Fim de mês, hora de mostrar o que foi feito de bom! Como já comentei em postagens anteriores, estivemos com obras em casa, desde abril e o pedreiro, o seu Ermânio não é daqui, é de outro estado, de Santa Catarina! Dá uns 100 km de distância, entre as nossas cidades mas é óbvio, que ele não ia viajar todos os dias para vir trabalhar então, ele ficou na casinha onde moramos até o ano passado e onde, até março, ficavam alguns cães e meu "atelier". rererere  Quanta pretensão minha dizer que tinha um atelier... 
Mas bueno, então veio ele, a esposa Néia, e o auxiliar dele. Eles até trouxeram os três cachorrinhos deles, três pinchers, ou três pulguinhas, como eu chamava o trio. Eu e a Néia nos demos muito bem! A gente foi descobrindo várias afinidades e trocamos mudas de plantas, receitas, ela me ensinou a fazer rosquinhas de polvilho e crochetamos bastante! Tá bom! Ela crochetou bastante, eu crochetei um pouco mas, finalmente aprendi a fazer sousplat e fiz estes dois, o vermelho de cima e o de baixo, cuja cor não sei qual é... bege? Nude?
Tudo começou porque a Néia viu as lãs e linhas que ainda estão na casinha onde eles ficaram, e perguntou se não poderia fazer um tapete para mim, com um barbante que comprei há quatro anos, quando nos mudamos para cá e pretendia fazer um tapete para a cozinha. Ela disse que não tinha o que fazer depois da janta, que os dois ficavam assistindo TV e ela gostava de fazer crochê. 
Olha ela aí, empolgada na confecção do tapete e me fazendo companhia numa tarde mais tranquila.
Dei os barbantes e a agulha para ela se distrair nos momentos de folga e nasceu um tapete de coruja para o banheiro! Quanto capricho, né?! E ela fez rapidíssimo! E como tinha tempo e barbante, fez outro tapete de coruja para fazer conjunto com esse, os dois iguais mas só fotografei um.
Eu tinha três cones inteirinhos de barbantes: um verde, um cru e um vermelho que compre há dois anos para fazer sousplat para o Natal. Tentei fazer e não consegui porque aumentava em algum lugar e nunca dava certo, Joguei no armário e esqueci dele lá, junto com duas linhas Duna compradas na mesma época que este  barbante vermelho, pensando em fazer um sousplat para a cunhada, irmã do Leonardo. Fiz nada! Como expliquei isso tudo para a Néia também, e mostrei o modelo do sousplat que havia tentado fazer, e tinha sobrado barbante verde...
Nasceu, pelas mãos da Néia, um par de sousplat para mim e Leonardo! Amei!
E nesta de uma mostrar coisas de crochê para a outra, na internet, ela mostrou um tapete que ela fez e eu amei e, descaradamente, perguntei se ela não faria pra mim. E ela, feliz da vida, disse que sim! 
E assim nasceu o tapeixe, o tapete-peixe! Amei demais este tapeixe!!! E ela fez outro, que está com ela, na casa deles porque as últimas semanas aqui, foram muito corridas e ela não conseguiu terminar a tempo. Como ficamos de ir lá na casinha deles, eu disse que pegava lá.
Então, das artes da Néia, como comecei a chamar e brincar com ela, foram os sousplat, dois tapetes de coruja, dois tapeixes e uma outra coisinha que ela fez mas que vou mostrar em outra postagem. 
Depois que ela fez os sousplat verdes, resolvi aproveitar que ela estava por aqui e aprender de uma vez por todas!
 Usando o dela como modelo, comecei um com o barbante vermelho.
Fiquei muito empolgada por conseguir fazer e feliz com o resultado!
Aí, resolvi pegar a linha Duna para fazer os dois para a minha cunhada logo, usando o meu como modelo!
Fui fazer com a linha, o mesmo ponto que fiz com o barbante e é claro, que não estava rendendo a mesma coisa. Desmanchei todo e resolvi tentar um outro modelinho que tinha visto no Pinterest.
Procurei a receita na internet e achei um vídeo que explica muito bem! 
Os dois modelinhos que fiz são bem básicos, ótimos para iniciantes como eu!
 Minha empolgação era tanta, que aproveitava todo momentinho de folga para crochetar um pouco. Tomando um Toddynho quente de noite, ou...
 ... curtindo um domingo em Torres com mamis, papis e chimas!
Feitooooo!!! 
Tirei a foto acima para mostrar para a mãe, quando acabei, que deu um novelo certinho para um sousplat!

 Fazia um tempinho já, que não apresentava alguma coisa no Projeto que realmente estivesse abandonada numa gaveta. Com exceção do barbante azul para o tapeixe, os outros todos, estavam "esquecidos" na gaveta do "um dia eu faço". E fizemos! Néia e eu! Obrigada Néia!

Lícia com Espantalho e Flores de Chita
Eliane com Lobo Mau e os Três Porquinhos 

domingo, 5 de maio de 2019

Desculpem o transtorno! Estamos em obras para melhor recebê-los!

Material chegando e a cachorrada fazendo a festa!

Há dois anos que terminamos a casa nova (que já não é nooova, pois já tem dois anos! rererere). Há pouco mais de um ano, que Leonardo passou a morar na casa nova. Eu demorei mais para me mudar de vez, porque, quando ele saía para os plantões ou viagens, eu dormia na casinha velha com a cachorrada e gatos. Até o dia 2 de abril deste ano, a cachorrada ainda dormia na casinha, que estava transformada num galpão, de tanta tralha que tinha lá. Pobre casinha!
Na primeira quinzena de março, fizemos um orçamento para colocar piso na parte de baixo da casa nova, que ainda estava só na brita. Fechamos com o pedreiro conhecido da sogra, o seu Ermânio, que mora em Santa Catarina, há 100 km daqui, e que chegou de mala, cuia, esposa e ajudante, para começar o piso e ficar morando na casinha durante a obra. 
Foi um sufoco limpar e organizar a casinha mas, o mais difícil foi dar ordem de despejo para a bicharada. Isto corta o meu coração! Me tira do prumo! Mas fiz...

 Assim estava a casa nova em janeiro de 2018. Não sei se vão conseguir ver nesta foro mas, o piso de baixo estava com um pouco de aterro, era todo irregular, tinha areia, pedras, buracos...
 Nesta foto do Leonardo, de março de 2018, dá pra ter uma ideia de como era.
 Em agosto do ano passado, havíamos feito um orçamento que, nem vendendo o meu carro, teríamos como pagar então, coloca-se brita enquanto o sonho pode esperar. :)
 A cachorrada adora os montes de brita, de areia, seja o que for...
 Assim ficou. Melhor do que estava!
 Para quem não conhece aqui, a casinha velha fica na parte baixa do terreno e a nova, na parte alta. 
Esta foto foi tirada da varanda da casa nova. Se forçar um pouco a vista, dá pra ver a casinha velha quase no meio da foto, no limite do água do rio com o verde do mato. Só aparece um pedacinho da varanda da casinha mas, resolvi postar assim mesmo, para tentar dar uma ideia da distância entre as duas casas e, para explicar porquê a cachorrada passou a dormir direto, embaixo da casa nova. 
Além do fato que eles querem ficar perto da gente. Aliás, eu diria que esta é a principal razão!
 E por isso, coloquei algumas casinha embaixo da casa e assim estava até o dia 3 de abril, quando chegou o pessoal para fazer o piso.
Limpa tudo! Tira casinha, tira caiaques, tira cachorro...
Cachorrada expulsa do paraíso... cercaram toda a casa para a cachorrada não entrar! Que dó! 
Começaram aumentando o degrau da escada, a base da escada.
Leonardo colocou a mão na massa para ajudar.
E seu Ermânio mandando ver no contrapiso!
Eles trabalharam muito rápido!
Fizeram todo o contrapiso em dois dias e meio!
Parte dos fundos quase toda feita!
Esta é a lateral, o lado oposto ao da escada.
Frente.
Calma, cachorrada! Tá quase!
Esta foto eu tirei da escada, em direção aos fundos da casa.
Dos fundos para a frente, onde está o seu Ermânio queimando o cimento.
"Quando é que a gente vai poder entrar ali de novo, mãe?"
Tá quase! Tá quase!
Rapidinho tá pronto! É só contar até três... 
1
2
Pronto!!!!
Inacreditável! Temos um piso na parte de baixo!!!!
Quase não dá pra acreditar! 
Mas demorou mais de uma semana para poder liberar a área para a cachorrada porque depois do piso, o seu Ermânio começou a rebocar a laje e os pilares.
Até que chegou o feriado da Páscoa, os pedreiros foram para casa, Leonardo foi voar as tranças e eu liberei o acesso para os meus pulguentos!
O piso e o reboco da laje e dos pilares foi a primeira parte das obras que estão acontecendo por aqui. Logo que der, volto para contar a segunda parte, que também tá ficando muito tri!
Boa semana a todos!