terça-feira, 17 de janeiro de 2017

De olho nas corruíras.

 Mamãe corruíra não para quieta, sempre buscando comida para seu filhote.
Lá vai ela, de novo.
 Estas duas casinhas, que estão no caramanchão, são as mais usadas, estão sempre com algum inquilino. Dona Corruíra está na que aparece de frente para a foto e na outra, havia uma família de canarinhos, mas acho, que já desocuparam.
Pobre mamãe corruíra! Como sossegar com um filhote tão esfomeado???
 Olha só, espiando para ver por onde a mãe.
 Ela vem, bota a comida na boca do marmanjo e sai rapidamente.
 Desta vez, resolveu descansar um pouco no galho da amendoeira.
 Mas é só um pouco mesmo, pois o danado não fecha a boca.
 Mas que barbaridade!!!!
 Estas fotos foram feitas no sábado e domingo.Hoje, não vi movimento na casinha, mas ouvi corruíras na árvore que tem, bem perto da casinha. Não consegui visualizar mas, acho que se tratava da mamãe corruíra e seu filhote comilão. 
Ao que parece, a mordomia está acabando!

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

A realização de um sonho - Parte 3 - Os pilares e a área de serviço

Fundação feita, apareceram os pilares!
Que coisa mais estranha, né?!
E Leonardo colocando aterro para dentro da casa.
Acho que foi o visual mais estranho da construção.
Dá para entender o que vai sair daqui?

Oba! Uma parede!!!
A parede é da área de serviço e a cachorrada se divertindo enquanto os outros trabalham!
E de quem será este par de orelhas? Pior, que nem eu lembro mas, acho que era da Piq Piq. :)

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

A realização de um sonho - Parte 2 - O atelier e a fundação da obra

Depois da correria do mês de dezembro e final de ano, quero colocar as postagens em dia, principalmente, sobre a construção da casa nova. Minha ideia é postar sobre a obra todas as segundas-feiras mas, como estou atrasada com o blog, resolvi publicar a segunda parte agora, segunda que vem a seguinte, e assim por diante. 
A fundação e o atelier.

 Antes mesmo de nos mudarmos para o Recanto, Leonardo começou uma pequena obra na parte da frente do terreno, na tentativa que a luz fosse ligada para nós. Ficamos mais de dois anos, usando a luz do vizinho, que foi quem nos vendeu o Recanto, enquanto a CEEE, a companhia encarregada da luz por aqui, nos enchia de impedimentos para religar a luz. O primeiro argumento para negar a luz foi que a casa ficava a mais de 40 metros do poste de luz.
Todos diziam, "coloca umas pedrinhas lá, como se fosse começar uma obra, que eles ligam a luz!". Que nada! Leonardo e o amigo Tiago colocaram umas pedrinhas, se empolgaram e nasceu a ideia do meu futuro atelier, que eles foram fazendo quando dava, e o atelier foi crescendo, Leonardo e Tiago se empolgando e nada da CEEE nos dar a luz. 
 Por vários motivos, a obra do atelier ficou parada por um bom tempo, até começar a construção da casa nova, quando ele teve que ser terminado às pressas, do jeito que deu, para que os pedreiros pudessem morar nele, durante o período da obra. Não ficou como o Leonardo planejou mas, o projeto do atelier será retomado, assim que der.
O barraquinho, que virou atelier, passou por capela e só Deus sabe o que será...
O seu Ademar e o Leandro, já haviam trabalhado aqui, no Recanto. Foram eles que cercaram a frente e uma lateral do terreno, e fizeram parte da reforma da casinha. 
A quantidade de pedras na área onde vai ficar a casa, é impressionante e assustadora!
A proposta do pai e da mãe era nos dar uma casa pré-fabricada, mas eles ficaram sabendo que o seu Ademar estava sem trabalho e resolveram contratá-lo. A vantagem era que poderíamos alterar algumas coisas na planta, já que as casas pré-fabricadas seguem um mesmo padrão.
E a fundação foi brotando do meio das pedras.
Inverno, chuva, um pouco de frio, muito barro...
E uma casa nascendo.
Depois de alguns acontecimentos, que só vou contar no final das postagens sobre a obra, depois de conversarmos e negociarmos com o pai, mudamos a planta da casa para que ela ficasse mais perto do que havíamos sonhado.
Tudo para aproveitarmos a vista da parte mais alta do terreno.
E a cachorrada se divertindo nos montes de areia, quer dizer, a cachorrada fiscalizando a obra de cima dos montes de areia, já que fica melhor de visualizar tudo, claro!

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Momentos de descontração

Ainda em clima de Natal...
Filomena e Godofredo, os cães dos sogros, felizes com a nossa chegada.
Dia 18 de dezembro foi aniversário do Leonardo e da Betina, irmã dele. Eles não são gêmeos, apenas nasceram no mesmo dia com uma diferença de sete anos. :)
 O seu Egon, o sogro, estava hospitalizado, bem mal já, e passamos o dia no hospital, fazendo revezamento para almoçar e para um café de tarde.
Logo que chegamos em Nova Petrópolis, Leonardo e eu fomos direto para a casa dos sogros para deixar o Tombinho em casa, com Filomena e Godofredo, os cães dos sogros, que fizeram uma festa com a nossa chegada.
Numa das saídas do hospital, Leonardo encontrou uma mariposa pedindo para ser fotografada. e assim foi feito!
Apesar da situação, conseguimos descontrair um pouco a sogra, levando-a para tomar um café com chantilly, que ela adora e toma sempre com canudinho, para que o chantilly não escorra pela caneca.
Leonardo também pediu chantilly e canudinho no dele, o que rendeu caras e bocas e risadas! :)
Nova Petrópolis não é tão badalada e nem tão enfeitada quanto as vizinhas Gramado e Canela mas, além de ser mais barata e menos movimentada, tem seus encantos espalhados pelas ruas, canteiros e jardins das casas! 
Já era noite quando Tombinho pediu para tirar uma foto com um destes encantos, os ursos de Natal que estão na frente de uma galeria do centro da cidade.
Saímos tarde de Nova Petrópolis, pegamos a estrada de volta e chegamos em Maquiné de madrugada. Não posso passar uma noite fora por causa da bicharada. Este foi um dos dias de uma quinzena de muita correria e cansaço mas, mesmo no meio da tempestade, podemos descontrair um pouco.

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

As aventuras dos irmãos Pinha

Uma das coisas que mais gostei neste Natal, ou período de Natal, foi a chegada dos irmãos Pinha na nossa casa. Gostei tanto deles, que os convidei para passarem o Natal conosco, em Torres e em Nova Petrópolis.
 Em Torres, na casa dos meus pais, eles participaram da Ceia de Natal.
 No dia 25, cedinho, Leonardo, Tombinho, eu, os irmãos Pinha e a corujinha natalina do chimarrão, pegamos a estrada para passar o dia de Natal em Nova Petrópolis, com a sogra, a irmã do Leonardo e seu esposo.
Só um chima pra manter a turma acordada, com tanta correria!
 E assim nós viajamos, Tombinho não quer perder nada, viaja no meu colo. E os irmãos Pinha, empolgadíssimos com a viagem, também quiseram ficar na frente.
 Mas,até eles sentiram o cansaço da correria dos últimos dias e o irmão caçula acabou dormindo, bem na chegada a Gramado.
 Para ir de Maquiné para Nova Petrópolis, precisamos passar por Gramado, infelizmente. O que é turismo para uns, para nós é um transtorno, pois acabamos enfrentando muito trânsito de turistas. Se formos via Rota do Sol e São Francisco de Paula, precisamos, necessariamente, passar por dentro das cidades de Canela e Gramado. Imaginem, passar em pleno centro dessas cidades, na época do  Natal! Inviável! Então, temos ido por Santo Antônio da Patrulha, Taquara e Três Coroas, onde também passamos por Gramado mas, sem precisar passar pelo centro da cidade.
 Pelo menos, o visual compensa! Estamos no auge da floração das hortênsias, um espetáculo qeu acompanha o viajante em boa parte da estrada.
 Os irmãos Pinhas adoraram! Até acordaram o caçula para conferir. Eles queriam parar para tirar fotos com as flores mas, perderíamos muito tempo e prometi que faríamos isso numa outra oportunidade.
 E aqui estão eles, na mesa do almoço de Natal em Nova Petrópolis. Eles adoraram passar o Natal com a gente e nós com eles! Tanto, que ano que vem, quer dizer, este ano devem vir para o Natal, outros membros da família Pinha.
Hoje me despeço deles, hoje é dia 3, dia de Reis, não? Nunca sei se é dia 2 ou 3... Dia de desmanchar o pinheirinho e guardar os enfeites de Natal, que serão abertos novamente, no comecinho de dezembro. Ciclos que se repetem e emocionam, sempre!
Até o fim de ano, irmãos Pinha!

*Ops! Correção pós publicação... fui informada que o dia de Reis é dia de 6 de janeiro.