domingo, 24 de julho de 2016

Pássaro na gaiola não canta, lamenta!

Por isso, mantenho meus pássaros livres! E tenho vários!!!
Quem tem aparecido com frequência é o sr. Cardeal, que vinha sozinho e agora...
...está sempre acompanhado!
Eles gostam de filar a janta, chegam lá pelas 16h30 - 17h. 
São super ariscos! Tive que ficar bem escondida, dentro do gatil, para conseguir clicá-los. Fiquei escondida atrás da porta, só com a câmera para fora.
Quanta alegria e quanta honra, recebe-los no nosso comedouro!
Tomara que a família aumente e eles tragam seus filhotes para filar a bóia aqui, também!

quinta-feira, 21 de julho de 2016

Cortando lenha com monitoramento.

Piq Piq dorme, mas não desgruda de mim.

Desde que instalamos a salamandra na casa, tenho ocupado horas de algumas tardes cortando lenha, tarefa que adoro, pois lembra a adolescência, quando o pai obrigava eu e meus irmãos a perder parte de nossas tardes de sábado cortando lenha para o fogão que tínhamos em casa. Na época, eu detestava a missão! A lenha ficava num cavalete e usávamos um serrote daqueles, em arco, onde ficam duas pessoas, uma de cada lado, ou seja, era eu e o meu irmão, ou a minha irmã do outro lado e as brigas eram certas! Eu gostava mais de rachar a lenha com o machado. Durante a tarde, quase sempre apareciam o meu vô e o irmão dele, tio do meu pai, o tio Jacó. Tardes memoráveis que eu, no auge da minha pré-adolescência não sabia valorizar. Hoje sinto saudades daquela época e até das brigas com meus irmãos!
Além das boas lembranças, gosto de cortar lenha porque, é como se fossem horas de meditação. Sério! Minha mente viaja longe! 
Primeira tentativa!

 Outra coisa que gosto de fazer nesses meus momentos de lenhadora, é observar a cachorrada. Onde eu vou, eles ficam perto, uns mais, outros menos, mas a maioria fica na volta.
Minhas fiéis guardiãs são a Zara Piq Piq e a Brisa, que sempre ficam o mais perto possível de mim e o tempo todo! Elas chegam a dormir, mas sem desgrudar de mim. Na tarde desta segunda-feira, cortei alguns galhos e como estava com a máquina fotográfica junto, que tinha levado para tentar fotografar um pica-pau, resolvi brincar um pouco e registrar este momento do fiel amigo em ação.
Segunda tentativa! Tive que rir da situação!

 O problema é que nunca tentei tirar foto com o temporizador. Quem faz essas fotos aqui em casa e nas remadas, é o Leonardo, mas resolvi arriscar... e me diverti! Acho, que a cachorrada também! A primeira dificuldade foi encontrar um local para apoiar a máquina. Não que não tivesse, pois o terreno está cheio de pedras, mas conseguir equilibrar a máquina e evitar que a cachorrada fosse cheirá-la e derrubá-la, foi uma dificuldade!
A outra dificuldade foi que, cada vez que eu levantava, quem estava perto levantava também, então, não consegui registrar eu cortando lenha com minhas fiéis guardiãs ao meu lado. Eu levantava para ajustar a foto e elas levantavam junto. Marcava 10 segundos para a foto, voltava correndo para pegar o facão e registrar a minha habilidade de lenhadora, mas aí, a cachorrada pensa que tô brincando e começa a pular em mim. Missão impossível e frustrada!
Olha a concentração da Brisa enquanto estou "meditando"!!

Além de me divertir tirando fotos e meditar, nesta empreitada eu virei empreendedora e montei um agro negócio! Fiquei sonhando com uma ideia que martela minha mente há um bom tempo! Me vi no local da minha loja com os meus clientes, que chegavam felizes e saíam satisfeitos, prometendo voltar sempre!
Não, não bati com a cabeça numa lenha! Apesar de uma, ou outra sair voando de vez em quando... sai de perto! Sou um perigo com um facão na mão! :)
Sonhar acordada é outra coisa que faço enquanto corto lenha! Quem sabe, numa dessas, não sai alguma ideia que preste, né?! Enquanto isto não acontece, continuarei cortando lenha!

Claro, que corto apenas os galhos mais fáceis. Os mais robustos deixo para o Leonardo.

quarta-feira, 20 de julho de 2016

Dia do amigo

No dia do amigo este ano, fico feliz ao lembrar os vários amigos com quem posso me encontrar a qualquer momento, por outro lado, a saudade ainda muito dolorosa, de um amigo que partiu, deixando a lembrança de muitos bons momentos compartilhados e o sentimento de uma verdadeira amizade. 
Na foto,  o amigo Demathé, tirando a foto vestido de preto. Eu e Leonardo, também de preto. E Maria Helena e Trieste, falecido há menos de um mês.
Já abraçou seu amigo hoje? Abrace hoje e todos os dias!

terça-feira, 19 de julho de 2016

Amados vizinhos invasores

 Há algumas semanas, o vizinho colocou três cavalos na sua área, que é bem grandinha, mas a grama já não está mais, tão atraente, e os simpáticos equinos descobriram uma cerca em ruínas, na nossa divisa, e sem cerimônia, invadiram a nossa área.
 Eu já tinha comentado com o Leonardo, que eles haviam descoberto a falha na cerca, e na semana passada, os donos dos bichinhos também perceberam e perguntaram se tinha algum problema deles invadirem o nosso lado. Leonardo foi conversar com eles e disse que não tinha problema, se eles não comessem as mudinhas das árvores que plantamos. Pelo que disseram, eles não comem e ontem, os três passaram  dia todo do nosso lado. 
 São bem mansinhos, não se assustam facilmente, mas ficam só de olho na gente. Não cheguei perto demais, pois tenho um certo medinho e respeito. Como não os conheço, não saio me oferecendo. Se os donos disserem que não tem problema, aí sim, chego mais para oferecer um carinho.
 Amo cavalos! Herdei este gosto do meu pai, eu acho. 
 Já tive dois, em plena área urbana de Porto Alegre, o Maroto e a Prenda. Comprei de carroceiros, os dois, maltratados, machucados e fracos. O pai pagou 100 reais por cada um. 
A Prenda ficou meio agressiva, assim que foi tratando a ferida na boca, já o Maroto... se já tivesse o Recanto na época, teria trazido ele para cá. Os dois foram doados, depois de tratados, para sítios de família, para curtirem a aposentadoria.
Um dos meus sonhos é adotar um cavalo da Chicote Nunca Mais, uma ONG de Porto Alegre, mas ainda não dá. Um dia, quem sabe...
enquato este dia não chega, vou curtindo os três simpáticos  invasores!

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Na vida, nem tudo são flores.

Mas, ainda bem que elas existem par alegrar nossas vidas. 
Entre um espinho e outro, as flores nos acalmam, dão cor a nossas vidas.
Ganhei esta orquídea da sogra, no ano passado, com flor, e este ano ela me presenteou com mais flores. 
Quando a flor se foi, a sogra recomendou deixar a planta na rua então, pendurei o vaso numa árvore e para a minha surpresa, num belo dia me deparei com dois lindos botões.
Coloquei para dentro de casa de volta e ela está linda! Duas lindas flores alegrando minha vida nesta triste fase.
Nunca tive orquídeas, sempre achei que era complicado cuidá-las, mas estou adorando esta nova experiência!
Iluminada pelo solzinho de fim de tarde.
Fica a Dalvinha de um lado, admirando as flores, e eu admirando as flores e a Dalvinha! 
Pequenas alegrias do meu dia-a-dia.