terça-feira, 25 de julho de 2017

Caras e bocas do Tombinho

Semana passada realizei um sonho, conheci Urubici, em Santa Catarina. Como não posso ficar fora de casa por não ter quem tome conta da bicharada, tivemos que fazer um bate e volta, indo e voltando no mesmo dia, trezentos e muitos quilômetros e umas quatro horas de viagem.
Acordei às 4hs para dar comida para a bicharada, saímos do Recanto às 5hs, chegamos em Torres às 6hs, para pegar os amigos Xirú e Pedro, que iam nos acompanhar nesta deliciosa empreitada. 
A parte mais difícil deste bate e volta, foi sair da cama com a friáca que baixou por aqui naquela semana. Deixei tudo prontinho na noite anterior, inclusive a bolsinha do Trumbico, que obviamente, iria com a gente. 
Todos estranharam receber comida tão cedo e com tanto frio, mas, mais surpreso ainda ficou o Tombinho quando coloquei a roupinha nele, enrolei-o numa coberta e o coloquei dentro do carro. Ele adora ficar no carro, mas não me viu arrumando as coisas na noite anterior, ou seja, nem desconfiou que iríamos passear. Normalmente, ele já levanta as orelhas  quando pego a minha bolsa e a mateira, mas desta vez, peguei ele de surpresa mesmo!
Em Torres, subimos até o Morro do Farol para ver um pouco do nascer do sol. Estava lindo!!!! Se não fosse uma viagem tão desejada, já teríamos ficado por lá, curtindo aquele espetáculo da natureza!
Sinal de que devemos madrugar mais algumas vezes para assistir o espetáculo na íntegra, numa próxima oportunidade.
 Nosso amigo Xirú é fotógrafo, assim como o Leonardo, mas eles fotografam coisas beeem diferentes... e a máquina fotográfica do Xirú é uma extensão do corpo dele, ou seja, ele está com ela, quase o tempo todo e registrou a preguiça do Tombinho no começo de viagem.
Foram vários cliques para os bocejos do Trumbico no colinho da mãe!
 E alguns olhares meigos também! 
Já contei para vocês que o Trumbico é bipolar, né?!  No carro ele é um fofo, cheio de amor para dar. Isso, desde que a gente esteja dentro do carro com ele. Se ele estiver dentro do carro e alguém for falar com ele pela janela, é rosnada na certa!
E em casa, ele é outro cachorro, principalmente, na cama ou no sofá! Encostar nele nestas horas, de cama e sofá, só se ele estiver de muito bom humor, senão, se prepara para levar uma rosnada ou até uma avançada mesmo, mas sem maiores danos. São ataques controlados de uma criança mimada e que, quase sempre, acabam em brincadeira. Como eu sempre disse para os meus sobrinhos, quando aprontavam e aprontam até hoje, "falta de laço!".
Olha, que meigo!!! Espichando o pescoço e pedindo beijinho para a mãe!
Esta postagem foi só para mostrar as fotos que o Xirú fez do "Trumbiquinho da mãe", na viagem. O passeio mesmo, mostrarei, como diz o velho Jack, em partes, senão,  ficaria uma super hiper postagem. 
Ah, e depois de uma semana de temperaturas baixíssimas por aqui, estamos numa semana de muito calor! Vai entender...

domingo, 16 de julho de 2017

A Timbaúva e o Pica-pau

Uma das coisas que mais nos encantou quando conhecemos este pedacinho de chão onde vivemos hoje, e chamamos de Recanto, foi uma Timbaúva que tem na parte alta do terreno, bem ao lado de onde construímos a casa nova hoje.
 O Recanto tinha pouquíssimas árvores e a Timbaúva chamava a atenção no meio daquele vazio.
Foto de agosto de 2011.
O macaco trepado na Timbaúva é o Leonardo e embaixo e ao lado, o sogro, vendendo saúde, ainda. 
 Estas fotos são de agosto de 2011. Adquirimos o Recanto em março do mesmo ano.
O sogro foi um dos maiores incentivadores da nossa mudança de casa e de vida. Ele adorava o Recanto, costumava vir para nos ajudar, sempre que vínhamos passar uns dias aqui, e também vinha sozinho. Passava o dia trabalhando, cortando grama, arrumando o galpão e muitas outras coisas. Perdemos um companheiro e tanto!
Quando estávamos os quatro, Leonardo, seu Egon, Tombinho e eu, o chimarrão aos pés da Timbaúva depois do almoço, era sagrado!
A Timbaúva do Recanto secou! Esta árvore perde as folhas no inverno mas um dia, ela perdeu as folhas e nunca mais brotou nada. Todo ano fazíamos um exame, na esperança de que voltasse a brotar um verdinho nela, mas nada! E assim ela foi secando. 
As fotos acima vieram, direto do túnel do tempo, 2011.
Abaixo, fotos atuais, 2016 (logo abaixo, a casa em construção) e 2017, semana passada.

Quando a patrola veio aplainar o terreno, em julho do ano passado,  para a construção da casa, pensamos que ela iria cair, mas que nada! Continuou ali, alguns galhos podres caíram mas ela permaneceu ali.  
Ainda bem!
Porque galhos secos e podres chamam insetos e insetos chamam aves, como este lindo Pica-pau, que tenho visto seguidamente nos galhos da velha Timbaúva.
Seis anos depois, mesmo morta, a Timbaúva continua nos dando alegria.
Estas fotos foram feitas num final de tarde, por isso, esta luz meio amarelada.
Tirei várias fotos do bichinho, que não se incomoda muito com a nossa presença na varanda da casa nova, que fica ao lado da velha Timbaúva.
De repente, o Pica-pau caminhou para trás do galho e sumiu. Mas não saiu voando.
Desci para o pátio para tentar descobrir onde ele estaria.
E vejam só, o que eu encontro num buraco de um tronco da Timbaúva!
O ninho do Pica-pau!!!!
Ganhei o dia com esta descoberta! Eu já estava feliz com as fotos mas, constatar que a Timbaúva morta fornece alimento e abrigo para esses bichinhos tão simpáticos, foi bom demais!!
Abaixo, espero que consiga publicar o vídeo onde aparece o Pica-pau no ninho.
video

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Minha orquídea sapatinho

Em 2015, a sogra trouxe uma orquídea que ela tinha na casa de Nova Petrópolis, para que eu cuidasse para ela, pois naquele ano, por causa da doença do sogro, eles praticamente, moraram na praia. Já mostrei esta orquídea aqui.
Eu adoro ganhar plantas, mas fiquei receosa porque nunca tinha tido uma orquídea, que achava ser uma planta difícil de cuidar.


Não lembro o mês que a orquídea chegou aqui, mas lembro que ela floresceu em seguida e floresceu de novo, no ano seguinte, e de novo, este ano!
Esta foto foi tirada no dia 4 de junho deste ano, quando a orquídea estava com seus quatro botões.
10 de junho
 9 de julho
Depois do meu encantamento com esta "orquídea sapatinho", a sogra já me passou mais umas cinco. Perdi o medo! Esta orquídea sapatinho eu deixo na rua, pendurada com vaso e tudo, no galho de uma árvore, mais na sombra do que no sol (bate pouco sol naquele galho).
No que aparecem os botões, eu coloco o vaso dentro de casa. É o terceiro ano que ela floresce e a flor dura muito tempo! 
Estou apaixonada por minhas orquídeas, mas esta sapatinho, é especial!

domingo, 9 de julho de 2017

A realização de um sonho - Parte 13 - A Varanda, o Janelão e a Vista.

Asim que coloquei o título desta postagem, lembrei das crônicas de Nárnia - O Leão, a Feiticeira e o Guarda-roupa. A Varanda, o Janelão e a Vista. :)
 Fiquei um bom tempo sem falar sobre a casa nova e agora, atendendo alguns pedidos, (dois, para ser mais exata! rsrsrs ) vou mostrar como estavam as obras na segunda quinzena de novembro do ano passado.
Como mostrei na última postagem sobre as obras (aqui), na parte de dentro estavam sendo feitos os acabamentos de paredes e pisos. Nestas duas primeiras fotos, tiradas após uma chuvarada com vento, que lavou as paredes da casa, percebe-se que a varanda ainda não tem piso.
A casa é toda avarandada e esta é a varanda dos fundos. O janelão fica na 
sala e a janela menor é a da cozinha.
Passando o janelão da sala e a janela da cozinha, dobramos a esquininha da varanda e seguimos na varanda da lateral da casa, onde tem a porta de acesso para a cozinha e a parede do banheiro. Aqui, já estão colocando o piso.
A porteira que se vê no canto da foto é a porteira do vizinho.
Estamos falando desta lateral da casa, com a parede do banheiro de tijolos e a caixa d'água.
A outra lateral da casa é esta, onde fica a escada, mas não tenho nenhuma foto da varanda, lá de cima. 
 Esta é a varanda da frente, já com parte do piso colocado.
Frente da casa, com varanda e as janelas dos quartos de hóspedes e do quarto do casal. Casal somos eu e o Leonardo! :)
 Eu tirei esta foto de dentro do quarto de hóspedes, que tem a vista da frente do pátio e da estradinha. Quando vocês, que estão lendo o blog, vierem nos visitar, vão chegar por aquela estradinha, naquela porteira lá. A menos que cheguem poe água...
Aquela casinha ao lado é o "atelier" ou, o ex-atelier. Para entender por quê começamos aquela  obra, que chamávamos de barraquinho, depois de atelier e agora, de bar, é só voltar até 2013 clicando aqui . E durante a construção da casa nova, o "atelier" serviu de morada para o seu Ademar e o Leandro, os pedreiros que fizeram a casa.
Aqui, estou na varanda lateral da escada e o Leonardo está sentado na varanda dos fundos, a preferida de todos!
Esta é a razão da preferência: a vista!
 De dentro de casa, no janelão da sala, tomando um chima!
 O janelão e o chimarrão! :)
Minha vez de ser fotografada. Lá embaixo, além do rio, aparecem três telhados: o da direita é o gatil, o do meio é a nossa casinha e o da esquerda era o canil do Catatau e da Minerva, que não estão mais entre nós.
A vista sem janela.
Para ver todas as postagens sobre a casa nova, a evolução da casa, da fundação até agora, é só clicar aqui.

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Rapidinhas - Escondidinhos

Escondidinho de soja.
Escondidinho de Trumbico!