segunda-feira, 11 de maio de 2009

Pedalada em grupo no dia das mães

10 de maio, segundo domingo do mês, dia das mães.
Nada como um passeio de bicicleta com amigos para fechar, com chave de ouro, um final de semana maravilhoso! O meu final de semana começou muito bem na sexta, continuou ótimo no sábado, permanecendo assim até o último minuto do domingo.
A metade final do domingo começou com o almoço de dia das mães, que foi na casa da minha irmã, com toda a família reunida. Foi muito bom, como sempre.
Assim que terminei de almoçar, comecei a me arrumar para pedalar. A Silvana veio aqui em casa e trocou a bicicleta por uma minha, pois a dela não estava trocando as marchas. Atrasei todos porque perdi meu chaveiro com as chaves da casa, do cadeado da Bici e outras chaves importantes. Procurei rapidamente mas não encontrei. Saí assim mesmo às 15hs.
Silvana saiu com a Bici e eu saí com a nova mas não houve entendimento entre Silvana e a Bici então, trocamos e seguimos pela Protásio Alves, Osvaldo Aranha até o Centro onde encontramos João, Naza, Cadu e o Róber, que não pôde nos acompanhar desta vez.

Ponto de encontro e saída na Editora Tomo.

O dia estava lindo. Fomos pela avenida Beira Rio admirando o final de tarde na beira do Guaíba. Fiquei impressionada com o figurino da Silvana e da Naza. Da próxima vez que eu for pedalar com elas, tentarei caprichar, trocando meu modelito básico de pedaladas.
Silvana, de batinha e bolsinha atravessada, linda na minha bici nova!
Naza, com cabelos ao vento e um lindo chapéuzinho e bolsa atravessada, combinando com a calça e jaqueta, que tirou assim que começou a pedalar.


Eu, no meu modelito básico de sempre: calça corsário, camiseta, mochila nas costas e boné escondendo a chapinha que fiz nos cabelos. Eu podia ter pedalado de cabelos soltos, pelo menos, né?! Foto: Naza
João, quase fugindo da foto.

E Cadu, sempre pronto e disposto para pedalar!

E lá fomos nós atrás do nosso destino: Ipanema!

O rio Guaíba sempre proporciona belas imagens, mesmo que a máquina não seja boa e a fotógrafa, menos ainda
Parada para beber água e admirar o final de tarde na beira do rio.

Naza, lá no fundo, me fotografando...

...eu fotografando a Naza me fotografando. Foto: Naza

Silvana se escondendo dos flashes. Que guria tímida...

A Bici e o rio.

Chegamos na Avenida Diário de Notícias. Sei que gosto não se discute e respeito muito as diferenças, sejam quais forem, mas não consigo entender o que tanta gente vai fazer dentro de um shopping num domingo ensolarado como este.

Estacionamento do Barra Shopping lotado
A primeira parte da avenida Guaíba (começa quando termina a avenida Diário de Notícias e vai até a avenida Copacabana) é uma ruazinha bem estreita e devéras movimentada. Lamento que tenham casas dos dois lados da rua pois um deles esconde o rio Guaíba. Seria muito mais bonito e democrático se a orla fosse para todos.



Avenida Guaíba

Daqui em diante, a avenida Guaíba volta a fazer jus ao nome pois o rio aparece novamente e o passeio volta a ser mais tranquilo e bonito.
Apesar da presença de alguns clubes, qualquer um que passar pela rua pode ver o rio.
Saindo da primeira parte da avenida Guaíba entramos na avenida Copacabana e outras ruas para chegarmos na avenida Wenceslau Escobar e, em seguida na Cel. Marcos onde pegamos a primeira e única lomba até Ipanema.

Pit stop na Cel. Marcos para juntar a tropa que se dispersou na subidinha.

Resolvemos entrar no Morro do Sabiá para ver se tinha alguma casa para vender, pois a Silvana está procurando, mas nenhuma foi do agrado dela...
"O Morro do Sabiá é uma elevação na zona sul de Porto Alegre, no bairro de Ipanema"* e tem uma rua circular, de paralelepípedos, com uma bela subida . Ali, o grupo se dispersou de novo e o Cadu deu várias voltas nela para juntar o rebanho de novo. Eu fui a última ovelha a ser encontrada.*Fonte:www.wikipédia.org
Cadu, de amarelo, e eu (branco), a ovelha perdida no Morro do Sabiá. Foto: Naza

Voltando para a Cel. Marcos seguimos até a Déa Coufal encontrando assim, nosso destino: Balneário Ipanema.
Rua Déa Coufal com o rio Guaíba ao fundo

E reencontramos a Avenida Guaíba, que neste ponto, é um dos locais mais procurados pelos porto-alegrenses nos finais de semana pois tem a ciclovia, tem calçadão para caminhar, tomar chimarrão, namorar e, infelizmente, ouvir música. Aqui, volto a dizer que respeito as diferenças mas obrigar todos que estão a sua volta, em um local público, a ouvir música, é demais né?! Pois isso acontece quando alguém resolve estacionar seu carro, abrir todas as portas e colocar o som nas alturas para ser ouvido a quilômetros de distâncias, quer você goste ou não de funk, happy, rock, ou seja lá qual for o estilo musical. A questão é que a liberdade de um vai até onde começa a liberdade do outro.
E por falar em música, quase sempre que vejo o Guaíba, vem na minha cabeça o refrão da música do Dante Ramon Ledesma, Pealo De Sangue. Mas eu canto só para os meus botões, não obrigo todos a ouvir (tadinhos dos meus botões...).
"Velho Guaíba
Sei que um dia será novo dia
Brotando em teu coração
Quem viver saberá que é possível
Quem lutar ganhará seu quinhão "


Ficamos pouquíssimo tempo por ali, pois não achamos açaí em nenhum dos bares da orla de Ipanema. Resolvemos tomar um suco que custava R$2,50 até que fomos informados que teríamos que pagar mais dois reais pelo couver artístico. "Mas eu não pedi música, só quero um suco." Mas tem o músico ali, tocando flauta e se quiser o suco daquele bar o preço será R$ 4,50. Levantamos e fomos embora, com todo respeito aos músicos e seu trabalho mas acho que isso não é direito.
De bar em bar procurando açaí sem couver artístico.

Silvana e eu brigando pelas bicicletas. Ela queria pegar a minha Bici e eu disse que não porque ela é muito sensível e não ia gostar de ver eu pedalando outra, iria sentir-se traída. Foto: Naza

Depois que desistimos do açaí, achamos, em uma cafeteria nas esquinas da Déa Coufal com a Av. Tramandaí, num posto de gasolina. Um lugar bem agrádavel, com mesinhas na rua. Enquanto nos deliciávamos com aquele açaí gelado que congelava nossos dedos, o dia se foi e fizemos toda a volta no escuro. Mas foi tudo tranquilo e fomos contemplados com uma lua cheia espetacular que nos acompanhou durante o final da pedalada. Tentei fotografar os pratos de açaí mas a foto não ficou legal por isso, nem me atrevi a tentar fotografar a lua. Preciso de uma máquina nova...
Antes do Centro, nos separamos. João e Naza seguiram para a casa e Silvana, Cadu e eu pegamos o rumo da Osvaldo Aranha. Tô adorando pedalar de noite!
Foi um ótimo final de final de semana! Naza, Sil, Cadu e João, obrigada pela pedalada e me desculpem pelo atraso!

João e Silvana esperando o tão desejado e gelado açaí.

4 comentários:

  1. Tiane, tu tens a maior das elegâncias, que é aquela que habita o interior e, por causa disso, não precisas mais do que uma camiseta e um boné "básicos".
    Hoje foi outro domingo ensolarado e nós voltamos a passar em frente ao shopping e a um estádio de futebol. Milhares de pessoas passaram seu precioso dia de folga lá dentro !

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  2. Viste esta ação?
    http://www.gaepoa.org/site/?m=Noticia&id=194&utm_source=Mailee&utm_medium=email&utm_campaign=Sarau+bonobo&utm_term=&utm_content=bicicleata

    Passeio Ciclistico pelos animais em POA, dia 23/05.

    Data: 23 de maio
    Local de saída: Monumento ao Expedicionário, Parque da Redenção
    Concentração:14 horas
    Saída: 14:20 horas

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  3. Naza, aquele estádio é um templo sagrado.
    Abraços.

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  4. Fala sério, Érico! O templo sagrado fica na Azenha.

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