Tomamos um delicioso café com suco, frutas, pães e bolo, preparamos um chimarrão, acessamos a internet rapidinho, conversamos com a proprietária da pousada, que também é gaúcha e mora próximo da nossa casa (esse mundo é pequeno e Santa Catarina, pequena demais para a invasão gaúcha), e saímos em busca da praia perfeita para remar.
Como tinha aquele ventinho xarope, na minha medrosa opinião não encontramos a praia perfeita e ficamos na praia de Bombas, que parecia a mais protegida. Praia perfeita para andar de caiaque, para mim, não pode ter nenhuma onda.
Caiaques prontos, fotografei a entrada do Leonardo na água e entrei em seguida, um tanto assustada com o tamanho e quantidade das ondas. Nas fotos não parece que as ondas eram grandes, mas posso garantir que eram sim! E o vento também estava castigando!
Remamos na direção de Porto Belo onde tinha um morro com muitas pedras e por esse motivo, não fomos adiante. Fizemos a volta e remando contra o vento, passamos pela Praia do Ribeiro, um pequeníssimo pedaço de areia entre Bombas e Bombinhas, contornamos a praia de Bombinhas bem próximo da praia e com bastante tranquilidade, pois não haviam ondas.
A praia de Bombinhas é tomada por belos restaurantes e pousadas. Remamos até uma prainha, pelo que vi no mapinha que peguei na pousada, deve ser a praia Sepultura, linda! Muito pequena e muito linda! Águas claríssimas com pedras em volta, nossa! Que paraíso! Aportamos ali onde haviam alguns argentinos tomando banho de sol e subimos um morrinho logo na frente para ver o que tinha do outro lado. Havia uma rua que acabava no verde da encosta, na ponta do morro e do outro lado da rua, outra vista maravilhosa, outra praia, mas esta sem areia, só com pedras.
Tirei algumas fotos daquela vista e voltei para a prainha de areia, enquanto Leonardo foi explorar o local.
Foto do Leonardo.
Vendo a prainha de cima do morrinho.
A ponta do morrinho e o vento batendo nos coqueiros.
Do outro lado do morro, a praia de pedras.
Leonardo fotografando e explorando o local.
Chegando em Bombas desembarquei do caiaque em seguida, respirando aliviada por não ter capotado, enquanto o Leonardo surfava com o Ilegal.
Não sei quanto foi o jogo, só sei que foi muito bom bater uma bolinha depois de tanto tempo parada. Valeu!
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