terça-feira, 28 de setembro de 2010

Bombas - Bombinhas - Florianópolis (18 de setembro)

O dia em Bombinhas começou um pouco nublado com o sol escondido, só não causou aquela sensação de mormaço porque tinha um ventinho que refrescava, até um pouquinho demais.
Tomamos um delicioso café com suco, frutas, pães e bolo, preparamos um chimarrão, acessamos a internet rapidinho, conversamos com a proprietária da pousada, que também é gaúcha e mora próximo da nossa casa (esse mundo é pequeno e Santa Catarina, pequena demais para a invasão gaúcha), e saímos em busca da praia perfeita para remar.
Como tinha aquele ventinho xarope, na minha medrosa opinião não encontramos a praia perfeita e ficamos na praia de Bombas, que parecia a mais protegida. Praia perfeita para andar de caiaque, para mim, não pode ter nenhuma onda.
Bananas bem na porta do nosso quarto, mas fomos previamente avisados que a vizinha, dona das bananeiras, não permite que as ditas sejam colhidas.

Vista da sacada do quarto.
Aproximando a vista.

Aproximando mais um pouco.
Depois do café, chimarrão e internet. A praia de Bombas.
Olhando na direção de Porto Belo a partir de Bombas.
Preparativos e contemplação.
Apenas um registro.
Na praia de Bombas havia uma concentração de pessoas no canto direito. Achei que era vacinação infantil, mas ao perguntar para uma senhora que vinha de lá descobri se tratar do Dia Mundial de Limpeza de Praias, um movimento que começou em 1986 organizado por uma ONG norte-americana, a Center for Marine Conservation (CMC) e que acontece todos os anos no terceiro sábado do mês de setembro. Vários países aderiram ao movimento. Muito tri a iniciativa!
Caiaques prontos, fotografei a entrada do Leonardo na água e entrei em seguida, um tanto assustada com o tamanho e quantidade das ondas. Nas fotos não parece que as ondas eram grandes, mas posso garantir que eram sim! E o vento também estava castigando!
Remamos na direção de Porto Belo onde tinha um morro com muitas pedras e por esse motivo, não fomos adiante. Fizemos a volta e remando contra o vento, passamos pela Praia do Ribeiro, um pequeníssimo pedaço de areia entre Bombas e Bombinhas, contornamos a praia de Bombinhas bem próximo da praia e com bastante tranquilidade, pois não haviam ondas.
Começando a remada na praia de Bombas.
A praia de Bombinhas é tomada por belos restaurantes e pousadas. Remamos até uma prainha, pelo que vi no mapinha que peguei na pousada, deve ser a praia Sepultura, linda! Muito pequena e muito linda! Águas claríssimas com pedras em volta, nossa! Que paraíso! Aportamos ali onde haviam alguns argentinos tomando banho de sol e subimos um morrinho logo na frente para ver o que tinha do outro lado. Havia uma rua que acabava no verde da encosta, na ponta do morro e do outro lado da rua, outra vista maravilhosa, outra praia, mas esta sem areia, só com pedras.
Tirei algumas fotos daquela vista e voltei para a prainha de areia, enquanto Leonardo foi explorar o local.
Chegando na praia Sepultura. Foto do Leonardo.
Foto do Leonardo.
Foto do Leonardo.

Vendo a prainha de cima do morrinho.
A ponta do morrinho e o vento batendo nos coqueiros.
Do outro lado do morro, a praia de pedras.
Muito vento do outro lado do morrinho. Foto do Leonardo
Leonardo fotografando e explorando o local.
Foto do Leonardo
Foto do Leonardo
Foto do Leonardo
Foto do Leonardo
Foto do Leonardo


Como o vento estava muito forte do outro lado da ponta, retornamos por Bombinhas, mas mais afastados da praia e lutando para não cair do caiaque, que chegava a balançar com as rajadas de vento. Infelizmente, por causa do vento e das ondas não deu para fotografar nada durante a remada.
Chegando em Bombas desembarquei do caiaque em seguida, respirando aliviada por não ter capotado, enquanto o Leonardo surfava com o Ilegal.



Ondas, muitas ondas!







Enquanto Leonardo se divertia com as ondas, eu me distraía com as gaivotas a procura do almoço. Abaixo, uma sequência de um vôo.








Na sequência abaixo a gaivota pega o que eu penso ser uma cabeça de peixe. Ela fica na beira da praia bicando o seu almoço e quando algum humano se aproxima ela pega a comida e leva um pouco mais adiante. Fiquei um bom tempinho cuidando aquela ave, que ficou furiosa com a aproximação de outra gaivota.



















Depois da remada juntamos as tralhas e caiaques e pegamos a estrada com destino para Florianópolis, pois a Rosane havia marcado um joguinho de futebol com suas colegas de trabalho e me incluiu no grupo.
Não sei quanto foi o jogo, só sei que foi muito bom bater uma bolinha depois de tanto tempo parada. Valeu!
Fotografia do Leonardo.

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