quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Diário de Viagem do Tombinho - Ida à Florianópolis

Sábado, dia 21, tinha sido aniversário de 18 anos, da minha prima Marina, e na segunda, dia 23, seria aniversário da mãe dela, Rosane, minha tia e irmã da minha mãe. Na semana seguinte, dia 27, aniversário de 50 anos de casamento da vó Lena e do vô Roberto, pais da minha mãe. Todo o clã Espíndola-Bossle reunido em Florianópolis para comemorar este monte de aniversários!  São uns 350 km de Maquiné até Florianópolis, cinco horas de viagem, mas por mais trabalhoso que seja, não podíamos faltar! O vovô queria que dormíssemos lá, mas a mãe ainda não conseguiu ninguém para cuidar dos meus irmãos em caso de viagem, por isso, ela não viaja. Coitado do pai, que tá de férias e não pode viajar com a mãe, ficou trabalhando no Recanto. Aliás, trabalho é o que não falta por aqui.
Mas voltando ao domingo do nosso passeio, acordamos às 3h30 da madrugada para dar comida para os meus manos cães, meus manos gatos e deixar comida nos comedouros para os pássaros.
 Obviamente, ainda estava bem escuro quando saímos e quando amanheceu, flagrei meus pais com a maior cara de sono, olha só!
Na primeira foto estamos passando pela loja Havan, em Araranguá. Fiquei encasquetado com aquela mulher enorme segurando aquela tocha. 
 Foi a primeira vez que eu e a mamãe passamos pela nova ponte de Laguna. 
 Aqui, já tava dando fome! O pai e a mãe já tinham comido umas frutinhas que a mãe picou em casa para eles comerem no caminho, mas comentou que a Anaconda estava acordando. Ah, Anaconda é a nome da lombriga da mamãe. Nunca vi ela, mas a mãe sempre comenta " a Anaconda tá se espreguiçando!", "a Anaconda tá abanando o rabinho!", "a Anaconda tá braba!". às vezes ela fala com a Anaconda, pedindo calma para ela. Aí, depois que a mãe come, ela comenta que a Anaconda tá satisfeita e voltou a dormir, ou que ficou agitada porque a mãe comeu demais aí, a mãe tem que tomar chimarrão, ou, em casos mais graves, um chazinho de boldo.
Quando passamos na ponte de Laguna a mãe já estava procurando um lugar para tomar café, mas não tinha muita opção entre Tubarão e Imbituba, onde encontramos um com um nome bem simpático: Recanto! Ele ficava do outro lado da estrada, o pai teve que fazer umas voltinhas para chegar lá e para a nossa surpresa, olhem só o que tinha no restaurante, um espaço pet! Que legal!!! 
 Desta vez, não precisei ficar dentro do carro!
 O pai e a mãe foram lá dentro, um de cada vez, escolheram o que queriam e depois os atendentes trouxeram o café para eles, ali nas mesas do Espaço Pet, que tinha potes para água e ração, arranhador para gatos e ração para vender. 
 Mas o melhor de tudo é poder ficar juntinho com o pai e a mãe além, é claro, de ganhar um pedacinho da torrada do pai. Para mim, não tem coisa melhor no mundo: o colinho da mãe e as comidas do pai, já que a mãe não come carne.
 O pai foi pagar e eu e a mãe ficamos esperando no carro, na frente da lanchonete Recanto. Boa dica para quem estiver viajando com seu peludo! A mãe comentou que precisamos prestigiar estes locais. Pena, que era muito cedo, recém estava abrindo a lanchonete e não tinha nenhum outro peludo para brincar comigo, mas foi bom ficar com o pai e a mãe na hora do café deles. Eu já tinha tomado café no nosso Recanto, lá no Maquiné!
 Voltamos para a estrada com o sol sempre nos acompanhando, até chegar em Floripa, onde estava chovendo. 
 Não era a minha primeira vez em Santa Catarina, pois já viajei até Joinville, mas foi a primeira vez que entrei em Florianópolis e vi a ponte Hercílio Luz. A mãe adora Florianópolis!
Estamos na avenida Beira-Mar, indo para a praia dos Ingleses, onde mora a minha tia e onde vai ser a festança!
 A mãe estava preocupada com a minha presença lá, pois a família da tia Rosane tem dois cães e gatos. Confesso, que levei um baita susto quando a mãe desceu do carro na chegada, ainda na rua, e o tio Diego abriu o portão e o Apolo veio correndo na minha direção. Eu me assustei e mostrei os dentes pra ele, mas ele só queria me cheirar. O Apolo é um cachorro raçudo, é um Golden Retriever enorme! Mas o que tem de tamanho, tem de bobão! rararara
Não demorou nada para que eu, o Apolo e a Niméria, uma vira-lata adotada pela família há alguns meses, estivéssemos correndo e brincando pelo pátio.
 Ah, esqueci de contar que a chuva estava apenas, no centro de Florianópolis. Já chegamos nos Ingleses com sol e muito calor. 
 A Niméria é uma filhotona, não tem um ano ainda, acho que tem uns 7-8 meses, foi bem divertido brincar com ela, pois ela é muito bobinha. Cansou rapidinho! Já o Apolo, é um senhor de nove anos e muito peludo, como estava muito quente, logo, logo se recolheu para o fresquinho da garagem.
 Pedi pra mãe levar a Niméria para a nossa casa por uns tempos, para ela entrar em forma. Lá no Recanto a gente corre muito, o tempo todo, pra cima e pra baixo! O tempo todo que a gente não tá deitado no sofá, claro!
 Ah, este é o Pirata, o gato da casa. Parece que tem uma outra gata, a Ana, mas eu não cheguei a vê-la. Parece que ela fica mais pelos vizinhos.
 Os meus primos Marco e Marina estavam dormindo e a vovó e o vovô ficaram enchendo balões para enfeitar a casa.  Volta e meia estourava um balão e eu levava um susto daqueles! Detesto barulho de foguetes, bombas, bombinhas, fogos de artíficios ou que lembre eles.
 Foi difícil mas a mãe conseguiu tirar a Marina da cama! 
 Ela saiu da cama direto para a mesa, pois o almoço estava pronto e eu não gostei desta parte, pois fiquei do lado de fora, no calorão, só olhando eles todos comendo.
 Eu, o Apolo e a Niméria do lado fora. Que puxa!  Eles me contaram que não entram nunca, dentro de casa e eu contei pra eles, que eu entro na minha casa, deito no sofá, vejo novela com a mãe, participo de tudo lá dentro. Eles ficaram boquiabertos com tudo o que contei!
E aqui, a foto oficial da família! Aquela taquara com camiseta preta no meio, é o meu primo, o Marco, irmão da Marina. O pai disse que era melhor o Marco colocar umas pedras no bolso, para o vento não levar ele embora. Saí correndo a procurar pedras pra ele mas não achei nenhuma ali no pátio deles, depois que a mãe contou que o pai tava brincando. 
Logo depois do almoço, o tio Maninho e a tia Bele foram embora, eles precisavam voltar para Porto Alegre. O pai não estava com pressa, queria ver o jogo de tênis então, ficamos mais um tanto lá. A tia Rosane fez um cafezinho, a mãe me colocou para dormir no carro, fez chimarrão e ficou cortando estrelas com a vó Lena. 
Depois que acabou o jogo, fomos todos numa sorveteria que a tia Rosane queria que a gente conhecesse, era uma sorveteria especializada em frutos de Goiás. A mãe perguntou "será que tem sorvete de doce de leite"? Tinha sorvete com nomes esquisitos pácas, frutas que a mãe não conhecia e não tinha sorvete de doce de leite... a mãe é viciada em doce de leite...ai,ai,ai...
Depois do sorvete pegamos a estrada de volta para casa. Eu nem quis ficar no colo da mãe, fui direto para o banco de trás para dormir, estava muito cansado! A mãe ficou acordada até Araranguá, mas depois, caiu no sono e o pai dirigiu sozinho. Chegamos em casa quase meia-noite. Foi cansativo, mas foi bem legal! Que bom que o pai é um super pai e aguenta dirigir quase 800 quilômetros num dia só! Só assim, pra gente aproveitar um pouco! Obrigada pai! Foi muito bom rever toda a família de novo!

4 comentários:

  1. As aventuras de Tombinho, rsrs. Que legal encontrar um espaço pet, né?! Um carinho que faz a diferença!
    Obs: Anaconda foi muito engraçado :)
    Bjs

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  2. Oi Tiane
    Nunca queira ver a anaconda kkkkk , o tombinho ficou faceiro com a viagem.
    beijinhos

    http://eueminhasplantinhas.blogspot.com.br/

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  3. Ohhhh Tiane, que delícia o diário do Tombinho! rsrs. Pra varia dei algumas risadas aqui rsrsrs.
    A minha lombriga também tem nome - Catarina rsrsrs. Ai ai... toda vez que estou com fome falo: a Catarina tá chamando... e assim vai, que nem a sua rsrs ai ai... ainda bem que só eu não sou maluca rsrs (não que vc seja, tá? rsrs).
    Sei como é não poder viajar... eu e Silas é só bate-e-volta e olha que minha tropinha está bem menor que a sua. Acho um barato vc poder levar seu peludinho e ele se socializar assim, tão bem. Os meus, eu tenho receio, mas sei que é do dono pq quando d. Cocada escala a cerca e foge, ela fica de boa com os outros na rua, né? rs. Os outros peludinhos também são lindos.
    Eu já estive em Floripa e conheci a Praia dos Ingleses, mas há muito tempo.
    Adorei a reunião de família, a foto com a "taquara" rsrs, meu avô falava a mesma coisa pra mim rsrs que eu tinha que andar com pedrinhas no bolso kkkk ai Deus! rsrs.
    Eu simplesmente AMO doce-de-leite, embora seja difícil achar saborosos como antigamente, pelo menos por aqui (os potes são muito açucarados e se perde o gosto). Numa das viagens do marido pra Minas, ele trouxe um que até hoje sinto o gosto... perfeito! Sabe quando dá aquela vontade de comer doce? Já penso logo numa colherada de doce-de-leite!

    rs fiquei com uma peninha de ver o Tombinho sentado na porta de vidro olhando todos comendo rsrs. A Codada também fica dentro de casa, no sofá... e o Enzo às vezes reveza. Já o Pandinha e a Pulguinha não entram muito, são mais pacatos. Agora, meus pais... rsrs nunca deixaram bicho dentro de casa e tenho certeza que eles não concordam nenhum um pouco com isso rsrs.
    Gostei das fotos da família e das fotos através do Tombinho, sempre mostrando a estrada.

    Amanhã tem Projeto!!! Vai encarar? rsrs.
    Abraços esmagadores pra vocês e lambeijos na tropinha.
    Lindo dia.

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  4. Nossa! Que baita aventura, Tombinho! Nem te conto, a tia Cris capaz de fazer um concurso pra Santo Antonio da Patrulha e se passar e assumir, de repente, fica de sítiositter quando mamis e papis viajarem, né?

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