domingo, 22 de fevereiro de 2009

Pedalada de carnaval

Saímos de casa, Diego e eu, para encontrar o Oger nas esquinas da Silva Só com Ipiranga. Eles tinham combinado lá às 8h30, 8h28 nos encontramos e seguimos, os 3 pela Ipiranga, Beira Rio, Assunção, Wenceslau, Ipanema, Guarujá, Ponta Grossa e depois, o amigo do Diego fez umas voltas lá que eu não sei onde era mas não chegamos a Belém Novo. Perdemos um tempão num clube de tiro que tinha no caminho... pausa para explicar o porquê da parada...
Além de professor de tênis, o meu cunhado pratica arco e flecha nas horas vagas e o Oger ídem. Então, no caminho tinha esse clube e eles entraram lá para ver. Haviam 3 almas penadas naquele imenso lugar. Um senhor ficou tão animado com a nossa presença que foi mostrar toda a área, o tipo de arma que ele usa, etc, etc. Logo chegou mais uma alma penada e aí, me ferrei. Ficaram trocando figurinhas sobre tiros, arcos, alvos e eu querendo pedalar logo. Ainda bem que chegou uma alma canina, o Sansão, um fila-lata lindo de morrer, apesar da magreza. Diz o senhor esse que nos recepcionou, que colocaram pimenta na comida dele para que ficasse brabo e ele não se recuperou ainda. Aí, fiquei de papo com o Sansão fazendo um cafunézinho nele até a hora de ir embora.

Esse é o Sansão
Voltando para a estrada, que não sei qual era, não demorou para chegarmos na Juca Batista. Achei que faríamos o mesmo caminho que fiz com a Sil e Cadu no domingo passado mas os gurizes resolveram fazer outro caminho. Subimos a lombona que liga a Juca com a Cavalhada e antes de começar a subir a da Campos Velho, o Oger inventou de entrar numa rua, fazer umas voltas que nos fez cair lá adiante, na Campos Velho. Saímos na Icaraí, paramos num postinho de gasolina para tomar picolé (eu), tomar água e comer barrinha de cereal (Diego e Oger).

A esta altura do campeonato, o sol tava escaldante, era quase meio-dia. Mas tínhamos que seguir, né?! Dali pegamos a Ipiranga, entramos na Silva Só de novo, onde nos despedimos do espertinho do Oger. Sim, espertinho porque essa volta que ele deu, só favoreceu ele. Eu e o Diego acabamos andando mais do que se tivéssemos seguido sempre pela Perimetral.
Voltamos, eu e Dieguito, pela Protásio para fugir da Salvador França. Foi um pedido meu pois o sol tava muito forte e eu fico como uma chaleira ardendo quando subo a Salvador França e com aquele solaço na molera ainda... tá louco! As subidinhas da Protásio são menos ruins...
Foi isso!
63 Km em 3 horas, média de 18Km/h
Foi um pedal mais curto que o anterior mas tão cansativo quanto. Acho que tava bem mais quente hoje.

Pit stop no posto da Icaraí

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