quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Ciclismo como alternativa de transporte

Desde o início do ano, quando tirei as teias de aranha da minha Bici, tenho usado ela como meio de transporte. O carro, anda mais parado do que água de poço, sendo usado apenas quando preciso transportar algum bicho ou mãe ou sobrinhos ou alguma coisa que não possa ser transportada na bici ( a ordem dos fatores a ser transportado não altera o produto, nem a importância deles...).

Ontem, fui devolver o livro que a minha amiga Marga havia emprestado, "O Mochileiro das Galáxias". Não consegui devolver o livro pois a MArga não foi trabalhar (melhoras, Marga!) Aproveitei que fui até o centro e almocei com João e Naza, no delicioso bar da Gringa. João e Naza aliás, que também adotaram a bicicleta como meio de transporte. Fiquei sabendo, que João, até para as reuniões vai de bicicleta, e o uniforme, em alguns casos: terno e gravata!

Não consegui medir ainda, pois só tenho ciclocomputador na bici nova, que tava sem pedal até semana passada, e ontem, tinha que ir com a Bici porque ia carregar coisas no bagageiro, mas da minha casa até o centro, deve dar uns 8Km, mais ou menos.

Trocando ideias sobre andar de bicicleta em Porto Alegre, vejo que, as principais dificuldades que as pessoas encontram para tal tarefa, até que não é a distância a ser percorrida e sim, lombas e o trânsito, claro!
Acredito que as lombas seriam facilmente vencidas à medida em que o treinamento aumentasse. Quanto mais pedalar, mais condicionamento físico, etc. Quanto ao trânsito, só tenho a lamentar pois, além da falta de respeito de muitos motoristas, sofremos com a falta de espaço, as ruas, na maioria dos casos, são muito estreitas. E para piorar, não adianta nem sonhar com ciclovias, pois não vejo espaço para elas nas ruas de Porto Alegre, a não ser, nas grandes avenidas como Sertório e outras, que estão no projeto cicloviário da cidade. O problema, é que não uso somente estas ruas para me locomover de bicicleta então, terei que continuar disputando espaço com carros e lotações nas ruas.

Subida da Protásio Alves sentido centro-bairro: pouco espaço.

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