segunda-feira, 19 de março de 2012

Despedida do verão - segundo dia (13 de março)


Resolvemos passar a noite na praia para aproveitar mais um pouquinho os últimos dias de verão.
O despertar foi uma festa, com Trumbico e Leonardo fazendo bagunça na cama.
O dia amanheceu ensolarado. Tomamos café e fomos todos caminhar na praia.Levei uma sacolinha para catar conchinhas, mas o que mais achei foi bolacha-do-mar. Enchi a sacola delas! E devolvi várias para o mar também, pois ainda estavam com aqueles pelinhos, o que indica que ainda podiam estar vivas.O sogro esperando Godofredo tomar água.Leonardo, de camiseta vermelha e Tombinho esperando ele jogar a bolinha. No meio da foto, dona Sonja caminhando mais a frente, e de camiseta verde, "seu"Egon e Filomena ao lado.O sol foi se escondendo no meio das muitas nuvens que chegaram para aliviar um pouco o calor. Chegando no Arroio Caniço, Sonja e Egon foram caminhar nos cômoros com Filomena e Godofredo. Leonardo, Tombinho e eu fomos dar um tchibum no mar. Tombinho até que tentou, mas achou melhor ficar cuidando da nossa sacola na areia.
As aves do Caniço.Leonardo contornando o Caniço e abaixo, "seu" Egon aliviando o calor de Godofredo.Tombinho brincando nas águas do Arroio Caniço.
Voltando para casa. Foto do LeonardoUma mãe d'água. Foto do LeonardoMais aves na beira da praia. Foto do LeonardoFoto do Leonardo
Leonardo voltou brincando de chutar água para Tombinho morder. Com receio que ele ficasse enjoadinho de novo, Leonardo carregou ele um pouco para tentar acalmar a ferinha, que não pára de brincar nunca.
Antes de voltar para a casa, "seu"Egon resolveu entrar no mar, um milagre, segunda a dona Sonja. Eu e Leonardo resolvemos fazer o mesmo. Leonardo foi entrando na frente e eu voltei até a sacola que Tombinho cuidava para buscar a máquina fotográfica. Quando estava entrando na água de volta, Leonardo vinha saindo com cara de dor. Uma mãe d'água grudou no calcanhar dele. Dei meia-volta e abortei o banho ali, pois morro de medo de queimadura de mãe d'água. Levei uma no ano passado e não estava a fim de tomar outra.
Leonardo e o pai saindo do mar.Tombo cuidando da sacola com o frescobol.
Eu vou, eu vou
pra casa agora eu vou...
Depois do almoço fotografei umas flores que abriram recentemente e a trepadeira que o sogro fez para o pé de maracujá.
Tomamos aquele bom e velho chimarrão pós-almoço, colocamos a conversa em dia e infelizmente, pegamos a estrada para Maquiné, pois os três dias de folga eram para ajeitar as coisas pelo Recanto e não para ficar na praia. Mas tava tããão bom na praia!!!!
Saindo da praia.
Chegando em Maquiné.
A chegada no "Recanto" foi muito engraçada! Normalmente, Tombinho mal espera o carro parar e desce antes de abrirmos o portão. Desta vez, permaneceu no carro até pararmos ao lado da casa. Eu abri a porta e permaneci sentada com as pernas para fora do carro e Tombinho desceu, tentou caminhar e sentou ao meu lado, do lado de fora do carro. Leonardo tinha ido abrir a porta da casa. Quando ele voltou estávamos os dois sentados pedindo que ele nos carregasse até a casa, que não estava a mais de dois metros do carro. Mas o mato estava tão alto, que Tombinho se encheu de pega-pega só no sair do carro.
Nem tem mais o caminho para carros.
O Recanto estava precisando de muitos cuidados. Leonardo foi ligar o motor para puxar água para a caixa d'água enquanto eu tentava roçar o mato com a roçadeira, mas não deu certo, não me adaptei com a roçadeira e tive que deixar mais esta tarefa para o Leonardo.
Fui limpando a casa, varrendo o chão, essas coisas... até que o tempo começou a fechar.
Assim que escureceu a chuva veio com tudo. Várias vezes ameaçou faltar luz, o que seria meio "trágico" para nós, pois a bomba ainda estava tentando puxar água do poço. Veio chuva com vento e nos recolhemos dentro da casa, que estava abafada. Resolvemos ver a chuva da varanda e pegar um arzinho fresco. Apagamos todas as luzes e sentamos na varanda para tomar chimarrão e ver a fúria dos relâmpagos, que deixavam todo o Recanto iluminado, mas os mosquitos nos correram dali e voltamos para dentro de casa. Depois de um bom tempo esperando a água que não aparecia, Leonardo descobriu o problema, resolveu e a água veio. O vento diminuiu um pouco e resolvemos jantar. Ao colocar a mesa, uma minúscula lagartixa correu da lateral para baixo da mesa e ali ficou. Quem tomava conta do banheiro eram quatro pererequinhas distribuídas pelas paredes. E na janela da cozinha três lagartixas adultas e famintas esperavam seu jantar do lado de fora. Enquanto jantávamos, um morceguinho resolveu passear do quarto para a despensa passando por cima de nossas cabeças. E assim jantamos, bem acompanhados e tranquilos, pois sabemos que a casa está em boas patas quando não estamos no Recanto.

Um comentário:

  1. Ti querida, mais um post mará, cheio de lindas imagens!
    Você relata e parece que estou vendo tudo!
    Deve ser lindo demais este lugar, e muito gostoso!
    Bjos pra ti
    Vero

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